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Pessoas com ansiedade devem evitar esses hábitos, diz psicóloga

Segundo especialista, determinadas práticas afetam o sono, prejudicam a regulação do corpo e impactam diretamente o emocional, agravando sintomas ansiosos

9 fev 2026 - 23h05
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Mesmo com esforço para construir uma rotina saudável, não somente para o corpo, como para a mente, é comum que alguns maus hábitos permaneçam sem que as pessoas percebam o quanto impactam diretamente o emocional. Essas práticas, de acordo com a psicóloga Cleidi Costa, são ainda mais prejudiciais para quem convive com ansiedade e, por isso, devem ser evitadas.

Segundo especialista, determinadas práticas agravam os sintomas da ansiedade ao afetarem o sono e prejudicarem a regulação do corpo
Segundo especialista, determinadas práticas agravam os sintomas da ansiedade ao afetarem o sono e prejudicarem a regulação do corpo
Foto: Canva Equipes/ shisuka / Bons Fluidos

"Provavelmente você vai achar essas atitudes supernormais. Na verdade, elas não fazem bem para ninguém e, para quem vive em estado de alerta, funcionam como colocar gasolina no fogo", explicou a especialista em seu perfil do Instagram.

Costumes que agravam a ansiedade

De acordo com Costa, um dos principais hábitos que afetam a saúde mental de indivíduos ansiosos é começar o dia já com o celular na mão. "Você acorda e a primeira coisa que faz é desbloquear o aparelho, responder e-mails, ver mensagens e pensar em inúmeras pendências. O corpo nem despertou e você já está no modo 'missão impossível'. Resultado: o cérebro entende que o dia será uma corrida", apontou.

Como consequência, ela explica que o uso do celular logo pela manhã e até antes de dormir, devido à luz e aos diversos estímulos, pode provocar tanto desregulação emocional quanto alterações no sono. Dessa forma, prejudica a qualidade do descanso e contribui para o aumento do estresse e da ansiedade. O costume de pular as atividades físicas, conforme destacou a profissional, também gera impactos semelhantes no organismo.

"É ao movimentar o corpo que você produz uma série de neurotransmissores que ajudam na regulação emocional (...) Então, quem convive com ansiedade não deve pular o cardio, pois é por meio dele que se libera o excesso de tensão acumulada", esclareceu.

Cérebro em alerta

Além disso, a especialista cita o consumo excessivo de notícias, principalmente aquelas relacionadas a tragédias, que coloca o cérebro em constante estado de alerta. Outra prática prejudicial é negligenciar as refeições e o descanso. Segundo Cleidi Costa, adiar a alimentação e as pausas impede que o corpo atenda às necessidades biológicas básicas, o que pode desencadear sintomas como aperto no peito, respiração curta e insônia.

"Esses hábitos alimentam justamente aquilo que se quer evitar: mais tensão, mais vigilância e mais culpa. Não controlamos a ansiedade na força, tentando eliminá-la a qualquer custo, nem fingindo que ela não existe. O que podemos fazer é regulá-la, especialmente por meio de rotina, presença e consciência", concluiu.

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Um post compartilhado por Cleidi Costa | Psicóloga (@cleidicosta.psi)

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