Dormir com o celular pode afetar o cérebro, alerta especialista
De acordo com o profissional, o dispositivo influencia as atividades cerebrais, impedindo o descanso profundo e a renovação do corpo para o dia seguinte
Muitas pessoas têm o costume de dormir com o celular no móvel ao lado ou até embaixo do travesseiro. O hábito pode até parecer inofensivo, mas, de acordo com profissionais, a longo prazo, prejudica não somente a qualidade do sono, como a saúde do cérebro. Entenda:
Evite dormir com o celular próximo
Em suas redes sociais, o especialista em longevidade Diego Suárez alertou que o uso de dispositivos eletrônicos no momento do descanso ou pouco antes pode dificultar que o corpo realize as funções necessárias durante a noite para se renovar e ter energia pela manhã. Isso porque a radiação emitida pelo celular, apesar de estar em níveis baixos, influencia a atividade cerebral.
Além disso, a luminosidade da tela e os campos eletromagnéticos alteram as ondas do cérebro. Dessa forma, ocorre uma queda significativa nos níveis de melatonina, hormônio responsável pela sensação de sono. Como consequência da redução dessa substância, há maior ocorrência de despertares noturnos, o que impede o repouso profundo. Ademais, Suárez aponta um aumento do risco de desenvolver transtornos mais graves, como a insônia.
No dia seguinte, ainda é comum apresentar dificuldade de concentração, fadiga e estresse, pois a capacidade cognitiva foi impactada pela ausência de uma regeneração adequada do organismo. Por isso, o profissional recomenda deixar o aparelho a uma distância mínima de um metro da cama ou em outro cômodo. Se possível, também é indicado manter outros dispositivos eletrônicos longe do quarto, a fim de garantir um repouso livre de interferências.
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Dicas para dormir bem sem medicamentos
Em um mundo cada vez mais acelerado, dormir profundamente virou quase um luxo. A dificuldade para pegar no sono ou permanecer dormindo afeta milhões de pessoas e, muitas vezes, a primeira saída parece ser um comprimido. Mas a ciência e a prática clínica mostram que, na maioria dos casos, pequenas mudanças no ambiente e nos hábitos noturnos já são suficientes para restaurar um sono natural e reparador. Confira a matéria completa.