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Projeto adota transparência radical para garantir segurança

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Para garantir a segurança de uma casa a maioria dos projetistas costuma transformar imóveis em verdadeiras fortalezas. Crítico desse “encastelamento” residencial, o arquiteto paulistano Alvaro Puntoni, do escritório Grupo SP, assumiu uma postura totalmente diferente para desenhar a casa de um casal de professores universitários em São Paulo: adotou a transparência radical e bolou uma residência com a fachada toda envidraçada.   

Em vez de adotar o habitual “encastelamento” para resolver a questão da segurança, o arquiteto Alvaro Puntoni adotou a transparência radical neste projeto. Informações: (11) 3068-0112
Em vez de adotar o habitual “encastelamento” para resolver a questão da segurança, o arquiteto Alvaro Puntoni adotou a transparência radical neste projeto. Informações: (11) 3068-0112
Foto: Divulgação: Nelson Kon

“Os espaços muito fechados são mais propícios à violência, pois ninguém consegue ver o que está se passando dentro das construções em caso de invasão”, diz Puntoni. A área social, no entanto, fica abaixo do nível da rua, que é uma ladeira, garantindo a privacidade dos moradores.

O que chama a atenção de quem olha a residência construída por Puntoni, por sua vez, é um vão livre e a enorme prateleira de livros, com dois andares, que há nele. Essa foi a solução encontrada pelo arquiteto para resolver outra das questões colocadas pelos clientes: como guardar os cerca de 7.500 livros dos moradores.

O terceiro desafio que o arquiteto teve de enfrentar era relacionado aos custos, pois os clientes queriam economizar o máximo possível. A meta foi atingida graças a algumas soluções criativas. A laje, por exemplo, não foi impermeabilizada, processo que é caro. Em vez disso, há uma lâmina de água de cerca de 20 centímetros de profundidade. Puntoni explica porque adotou esse recurso: “Isso diminui a incidência direta de luz solar na laje, abaixando sua temperatura, prevenindo o surgimento de microrrachaduras pelas quais a água normalmente se infiltra”. E para garantir que a lâmina não seria um foco de dengue, a solução foi colocar carpas nela, fazendo uma espécie de jardim aquático.

A construção, no fim, ficou dividida em dois blocos. De um lado, o grande vão livre, com um mezanino feito de aço. Do outro, a parte “normal”, com três andares, nos quais ficam os quartos do casal, dos filhos e os banheiros. 

Fonte: PrimaPagina
Fonte: Terra
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