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Carnaval: como usar (e tirar) o glitter sem irritar a pele

Dermatologista explica os principais riscos da folia e como proteger a pele antes, durante e depois dos blocos

11 fev 2026 - 12h53
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Dermatologista explica os principais riscos da folia e como proteger a pele antes, durante e depois dos blocos

Sol intenso, calor, suor, maquiagem, glitter e tintas corporais criam um cenário propício para irritações, alergias, acne, queimaduras e agravamento de doenças dermatológicas.

Foto: Revista Malu

Por isso, segundo a médica pós-graduada em Dermatologia, Dra. Aline Henrique Passos, do INKI, o período exige cuidados específicos para evitar danos que podem ir desde inflamações leves até manchas e sensibilizações mais persistentes.

Os perigos para a pele no Carnaval

"O Carnaval reúne vários fatores que estressam a pele ao mesmo tempo: exposição solar prolongada, calor, alta umidade e contato com substâncias potencialmente irritantes. Isso favorece desde queimaduras solares até piora de quadros como melasma e rosácea", explica a especialista.

Entre os erros mais comuns nos bloquinhos, a médica destaca o uso inadequado do protetor solar, a falta de reaplicação ao longo do dia e o uso de produtos de procedência duvidosa. Muitas tintas e maquiagens podem conter metais pesados, fragrâncias e conservantes que provocam dermatite de contato, coceira, vermelhidão e irritação, principalmente em peles sensíveis.

Precisa tirar a maquiagem!

Outro hábito de risco é dormir com maquiagem, glitter ou tinta no rosto. "Dormir sem remover completamente esses produtos aumenta muito o risco de inflamações, alergias e acne", alerta.

Para quem vai passar horas nos blocos, a recomendação é investir em barreiras de proteção. O ideal é usar protetor solar de amplo espectro, com proteção contra UVA e UVB, resistente à água e ao suor e com FPS acima de 30. A reaplicação deve acontecer a cada duas a quatro horas, ou antes se houver suor intenso ou contato com água. "A orientação é aplicar o protetor antes da maquiagem e evitar o uso de produtos sobre áreas já irritadas ou lesionadas. Roupas com proteção UV, chapéus e óculos escuros também ajudam a reduzir o impacto da exposição solar prolongada", destaca a Dra. Aline

Outras questões para a pele no Carnaval

Pessoas com melasma, rosácea ou pele sensível precisam de cuidados extras durante a folia. No caso do melasma, o protetor com cor é importante porque também protege contra a luz visível, que pode escurecer as manchas. Já quem tem rosácea deve evitar calor excessivo e maquiagens com álcool ou fragrâncias fortes, que podem desencadear crises.

Quem realizou procedimentos dermatológicos recentes também deve redobrar os cuidados. Após laser, peeling ou preenchimentos, a pele fica mais sensível e vulnerável, e a exposição ao sol, suor e uso de glitter podem aumentar o risco de manchas, infecções ou cicatrizes.

Limpeza e cuidado

Depois da festa, a limpeza correta da pele é essencial. O ideal é usar demaquilantes suaves ou cleansing oils para remover glitter e maquiagem sem agredir a pele. Em seguida, lavar com sabonete neutro e aplicar hidratantes calmantes ajuda a recuperar a barreira cutânea. Compressas frias podem ajudar em casos de vermelhidão ou irritação leve.

Apesar dos cuidados necessários, a especialista reforça que é possível aproveitar o Carnaval sem prejudicar a pele. "Com fotoproteção adequada, escolha de produtos seguros e hidratação, é totalmente possível curtir a folia e manter a pele saudável", conclui.

Revista Malu Revista Malu
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