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Típica do verão, acne solar tem tratamento simples e indolor

13 jan 2014
07h13
atualizado em 25/2/2014 às 12h13
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Durante os dias quentes de verão, conquistar aquele bronzeado perfeito pode custar caro para a saúde e beleza da pele. Isso porque a exposição excessiva ao sol, além de acentuar o risco de queimaduras, pode facilitar o surgimento da chamada acne solar. 

Bastante comum na estação, esse tipo de espinha é provocado, geralmente, pelo mau uso de cremes e filtros solares, especialmente em peles oleosas e mistas, que tem seus efeitos potencializados pela ação dos raios ultravioleta na região.

“O protetor solar, assim como o creme pós-sol, devem ser aplicados de acordo com o tipo de pele, caso contrário, podem causar reação acneiforme até mesmo em cútis normais e secas”, alerta Valéria Marcondes, dermatologista, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD). 

Implacável, o problema começa a aparecer poucos dias após a exposição ao sol, principalmente no rosto, tronco, colo e nas costas, regiões onde há mais produção de sebo devido a maior concentração das glândulas sebáceas. Com aparência diferente da acne comum, a variedade, no entanto, apresenta pústulas (elevações da pele repletas de pus) menores, menos inflamatórias e com secagem mais rápida dos que as tradicionais. 

Como tratar?
Após o surgimento da inflamação, não deve haver espaço para o desespero. Afinal, apesar de incômoda, ela pode ser tratada de forma bem simples no dia a dia. Por isso, logo pela manhã, a rotina de cuidados com a pele afetada deve começar com uma limpeza adequada, realizada com sabonete específico para o tipo de derme. Em seguida, é fundamental que haja a aplicação de produtos que regulem a produção de sebo e absorvam a oleosidade da região, assim como o uso de um protetor solar fluído, que contenha propriedades calmantes e textura seca.

“Também é importante que a pele não seja higienizada excessivamente, apenas duas vezes por dia, para não sofrer com o famoso efeito rebote”, ressalta a especialista. Já à noite, o local deve ser apenas lavado com água corrente e receber cremes específicos para o tratamento acneico.

Durante o período de combate às espinhas, vale a pena se esforçar para não espremer as erupções e nem se expor aos raios solares, pois só dessa forma será possível evitar o risco de uma hiperpigmentação inflamatória, que é capaz de causar marcas definitivas na pele ao alastrar as bactérias presentes nas pústulas. 

Além disso, deve-se deixar de lado o uso de produtos comedôgenicos que entopem os poros, causando comedões, e esperar até a recuperação total da área tratada para retomar o uso dos cosméticos utilizados anteriormente.  

Métodos abrasivos, como a esfoliação, também podem ajudar, desde que não sejam efetuados em demasia. Em geral, com os cuidados certos, o problema tende a deixar a pele mais rápido do que se imagina e bem antes do término da estação.  

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