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Greenpeace joga pedras de 2 toneladas no oceano e cria barreira de 116 km² com apoio de estrelas de Hollywood para proteger animais e barrar 37 mil horas de pesca predatória

Pedras foram lançadas para proteger animais marinhos da pesca de arrasto

8 nov 2026 - 15h11
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Resumo
O Greenpeace lançou blocos de pedra de até duas toneladas no Mar do Norte, criando uma barreira de 116 km² para barrar a pesca predatória de arrasto. A ação ocorreu em uma área de preservação na costa da Inglaterra e visa proteger o habitat marinho e a alimentação de espécies vulneráveis, especialmente a toninha-comum. As rochas formam obstáculos físicos que impedem a passagem de redes pesadas pelo leito oceânico, prática danosa que já acumulava mais de 37 mil horas de exploração na região.
Greenpeace
Greenpeace
Foto: Andrew McConnell/Greenpeace / Xataka

Uma organização ambiental lançou pedras de até duas toneladas no fundo do Mar do Norte para criar uma barreira contra a pesca de arrasto. A operação foi realizada pelo Greenpeace próximo à costa da Inglaterra, em uma área marinha protegida que abriga populações de toninhas-comuns.

Segundo a organização, os blocos de pedra formam obstáculos no leito oceânico que dificultam a passagem das redes utilizadas nesse tipo de pesca. A estrutura abrange aproximadamente 116 quilômetros quadrados e busca proteger os habitats e os animais que vivem na região.

Barreira de pedras tenta impedir a pesca de arrasto

A intervenção aconteceu na Área Marinha Protegida do Sul do Mar do Norte, criada para ajudar a conservar as toninhas-comuns (Phocoena phocoena). Esses pequenos cetáceos, parentes de golfinhos e botos, dependem da região para encontrar alimento.

A pesca de arrasto pelo fundo utiliza redes pesadas que são puxadas pelo leito oceânico para capturar peixes e outros organismos. O método pode revolver e danificar habitats marinhos, além de reduzir a quantidade de presas disponíveis para as toninhas.

O ruído das embarcações e dos equipamentos também pode atrapalhar a capacidade desses animais de localizar alimento.

As pedras foram posicionadas no fundo do mar para funcionar como obstáculos físicos às redes. De acordo com o Greenpeace, a barreira impede a pesca de arrasto em uma área de 116 km², que a organização apelidou de "Parque Oceânico".

Mais de 37 mil horas de pesca em uma área ...

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