Tempestade solar atinge a Terra neste fim de semana: entenda os riscos e os efeitos no Brasil
Especialistas descartam riscos de apagão generalizado de energia ou internet no país, mas monitoram possíveis oscilações em satélites e comunicações
Uma forte tempestade solar atinge a Terra neste fim de semana, gerando alertas globais para possíveis impactos em infraestruturas tecnológicas. O fenômeno pode provocar interferências em satélites, sistemas de navegação GPS, comunicações de rádio e redes elétricas. No Brasil, embora a posição geográfica reduza o risco de danos graves ou blecautes, especialistas monitoram instabilidades em transmissões e no fornecimento de energia, sem ameaça direta à integridade da população.
Uma nova tempestade geomagnética deve atingir a Terra entre a noite desta sexta-feira (6) e o sábado (7). Segundo o alerta emitido pela Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA), o fenômeno pode provocar pequenas alterações no campo magnético do planeta, mas sem causar pânico na população.
Nesse sentido, especialistas descartam qualquer risco de apagão de internet, telefonia celular ou energia elétrica no Brasil. Isso porque, o evento é classificado preliminarmente na categoria G1 — considerada fraca —, com uma pequena margem para atingir o nível G2 ao longo do final de semana.
O que provoca tempestade geomagnética e quais os riscos?
Ao contrário de outros episódios causados por grandes explosões solares, o alerta atual decorre de um fluxo de vento solar de alta velocidade vindo de um buraco coronal na superfície do Sol. Dessa forma, embora a tempestade exija a atenção de operadores de satélites e aviação, a vida cotidiana não sofrerá grandes impactos:
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Smartphones e internet: usuários não precisam se preocupar. Celulares funcionarão normalmente e não será necessário desligar aparelhos.
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GPS e localização: podem ocorrer pequenas oscilações temporárias no sinal devido a instabilidades na ionosfera, mas os aplicativos de navegação continuarão operando.
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Comunicações por rádio: a NOAA estima uma probabilidade de 35% de falhas pontuais em frequências muito específicas utilizadas pela aviação e navegação.
No Brasil, por sua vez, a expectativa é de total normalidade. Já que está distante dos polos magnéticos — onde as partículas solares atuam com mais intensidade e formam as famosas auroras —, o país não deve registrar problemas no fornecimento de energia.
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