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Quem é a freira brasileira demitida do Vaticano após denúncia? Saiba mais

Freira brasileira foi demitida do Vaticano após denúncia anônima; entenda o que aconteceu e saiba mais sobre a religiosa

13 mai 2025 - 12h15
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Freira brasileira foi demitida do Vaticano após denúncia anônima; entenda o que aconteceu e saiba mais sobre a religiosa
Freira brasileira foi demitida do Vaticano após denúncia anônima; entenda o que aconteceu e saiba mais sobre a religiosa
Foto: Reprodução/Instagram / Contigo

Conhecida como uma freira "bonita e jovem demais", Aline Pereira Ghammachi, de 41 anos, tornou-se alvo de uma polêmica que iniciou em 2023. No dia 21 de abril de 2025, foi afastada do cargo de madre-abadessa do Mosteiro San Giacomo di Vegli, no Vaticano, após denúncias anônimas de maus-tratos. A situação acabou gerando uma investigação no Mosteiro, e a história viralizou na última semana.

Quem é Aline?

Nascida no Amapá, Aline Pereira Ghammachi é formada em Administração de Empresas, mas deixou o mercado para se dedicar à vida religiosa, que sonhava desde os 15 anos. Entrou em um convento na Itália e em 2018, aos 34 anos, tornou-se a madre-abadessa mais jovem do país.

Durante sua liderança, o mosteiro passou a oferecer auxílio a mulheres vítimas de violência e pessoas autistas. Aline revelou já ter passado momentos de constrangimento e assédio durante a vida dedicada à Igreja, com colocações ditas como "brincadeiras". Uma carta anônima enviada ao Papa Francisco, no entanto, afirmava que Aline destratava e manipulava outras freiras, o que a fez ser destituída do cargo.

Injustiça?

Após a decisão do Vaticano, Aline negou as acusações e afirmou já ter escutado de membros da igreja que era "bonita demais para ser freira". Segundo ela, a nova madre comissária, de 81 anos, teria feito "lavagem cerebral" nas outras religiosas, e por isso teriam se unido para cometer uma injustiça.

A situação gerou uma investigação no Vaticano e, segundo informações divulgadas pela Folha de S. Paulo, foi indicada a arquivação do caso. Pouco tempo depois, o processo foi reaberto pelo superior direto de Aline, o frei Mauro Giuseppe Leporia. A brasileira deixou o cargo no dia 28 de abril, poucos dias após a morte do Papa Francisco, assim como onze outras freiras que optaram por sair.

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