Chuvas na Mata Norte de PE passam dos 100mm em 24h; veja cidades mais afetadas
Em seu painel meteorológico das últimas 24 horas de chuvas desta terça-feira, 21 de abril, a Apac registrou mais de 100mm de acúmulo de água na cidade de Vicência.
Em seu painel meteorológico das últimas 24 horas de chuvas divulgado nesta terça-feira, 21 de abril, a Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac) registrou mais de 100mm de acúmulo de água na cidade de Vicência, na Zona da Mata Norte do estado.
Outras cidasdes da região também tiveram grandes acumulados, com São Vicente Férrer, no Agreste, quase chegando nos 70mm, e Ferreiros, na Mata Norte, acima dos 50mm.
O município de Salgadinho, no Agreste, se aproximou dos 50mm. Orobó, Cachoeirinha e Panelas, também no Agreste, ficaram na casa dos 30mm. Mesmo cenário de Buenos Aires e Camutanga, na Mata Norte.
Na capital pernambucana, o acúmulo de água estava em 25mm, até as 8h20 desta terça, mas com a chuva concentrada nas últimas 12 horas.
"A Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) segue influenciando o tempo em Pernambuco", diz a publicação da Apac.
Veja os municípios onde mais choveu nas últimas 24h:
- Vicência | 105,8 mm
- São Vicente Férrer | 69,8 mm
- Ferreiros | 53,4 mm
- Salgadinho | 48,4 mm
- Buenos Aires | 36,2 mm
- Orobó | 35,89 mm
- Cachoeirinha | 34,87 mm
- Camutanga | 33,6 mm
- Panelas | 32,2 mm
Alerta laranja
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu nesta terça-feira, 21 de abril, alerta laranja de perigo de chuvas intensas na maior parte da região Norte do país, mas que também se prolonga sobre o Nordeste. Em Pernambuco, quatro cidades do Sertão estão sob o aviso que vai até o fim do dia.
De acordo com o órgão, o cenário é de instabilidade atmosférica, com previsão de céu nublado a encoberto e ocorrência de pancadas de chuva em diferentes momentos do dia. Em algumas áreas, as precipitações podem vir acompanhadas de trovoadas isoladas, principalmente nas regiões mais próximas do litoral.
A classificação laranja inclui os municípios de Araripina, Bodocó, Exu e Ipubi, todos no Sertão do Araripe pernambucano.
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