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Prática do Pilates ajuda a futura mãe a ter uma gestação mais saudável

Recomendado por médicos, o pilates trabalha a consciência corporal e saúde da gestante em todo o período da gravidez

29 mar 2017 - 14h55
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Gravidez é uma época da vida na qual a mulher passa por inúmeras transformações e questionamentos. Gerar um ser humano não é tarefa fácil e é preciso de uma rede de apoio para passar por esse período sem maiores turbulências. A gestante precisa cuidar bem da saúde - a dela e a do bebê - e praticar exercícios físicos é uma medida essencial. Sempre que autorizada por seu médico obstetra, a futura mãe precisa procurar uma atividade física que auxilie na circulação do sangue, controle do peso e manutenção da saúde. O pilates é um dos métodos mais indicados.

Foto: DINO

Por ser uma atividade de baixo impacto, a técnica do pilates é recomendada inclusive para gestantes que não a praticavam antes da gravidez. Ela trabalha o alinhamento do corpo, a consciência postural e a respiração, itens essenciais para uma gravidez saudável. Além disso, auxilia na manutenção da pressão arterial e na drenagem linfática do corpo, além de preparar a estrutura corporal da mãe para o momento do parto. "O recomendado é começar as atividades depois do primeiro trimestre, que é o mais delicado da gestação. O obstetra, que acompanha a saúde da mulher e do bebê, deve orientar quando que os exercícios podem ser feitos e em qual intensidade. Além disso, a gestante precisa procurar um profissional especializado na área para direcionar suas aulas", conta a fisioterapeuta Paula Gissoni, sócia da PGFysio, clínica de Fisioterapia com estúdio de pilates na zona sul de São Paulo. Quando a gestante já praticava a técnica com periodicidade, o obstetra pode liberar as atividades físicas antes do fim do primeiro trimestre. Tudo depende do andamento da gestação e da saúde da grávida.

O profissional habilitado para o ensino de pilates irá trabalhar com a gestante durante todo o período da gravidez. Os exercícios são adaptados na medida em que o corpo se transforma, a barriga cresce e o ritmo da mulher se altera. "É preciso estar atento com as mudanças físicas e hormonais da futura mãe. As aulas são adaptadas para cada semana da gestação e de acordo com as limitações que a grávida apresenta. Essas limitações, inclusive, podem ser vencidas com o passar das aulas. Ela também precisa sinalizar qualquer desconforto ou dor que possa vir a sentir durante as atividades", complementa Paula, que faz o acompanhamento da pressão arterial das alunas antes e depois dos exercícios. "Todos esses dados precisam sempre ser passados para o obstetra", afirma.

Grávidas devem conversar com seus médicos sobre a possibilidade de incluir o pilates em sua rotina de exercícios e procurar estúdios especializados nesse público. Ao cuidar de cada detalhe, a gestação se torna um momento mais leve e a saúde da futura mãe e do bebê só tem a ganhar.

DINO Este é um conteúdo comercial divulgado pela empresa Dino e não é de responsabilidade do Terra
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