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Netanyahu ameaça retomar ataques a Gaza caso Hamas não liberte reféns até o meio-dia de sábado

11 fev 2025 - 16h18
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O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, declarou nesta terça-feira (11) que o cessar-fogo na Faixa de Gaza será interrompido caso o Hamas não liberte os reféns até o meio-dia de sábado (15), no horário local (7h, em Brasília).

O primeiro
O primeiro
Foto: ministro de Israel, Benjamin Netanyahu - depositphotos.com / Ale_Mi / Perfil Brasil

Durante um pronunciamento, Netanyahu informou que determinou às Forças de Defesa de Israel (IDF, na sigla em inglês) que se posicionem dentro e ao redor de Gaza para uma possível operação militar. No entanto, ele não forneceu detalhes sobre o plano.

"Se o Hamas não devolver os reféns até o meio-dia de sábado, o cessar-fogo terminará, e as IDF retomarão os intensos combates até a derrota final do Hamas", afirmou o premiê.

Hamas ameaça cessar-fogo ao adiar libertação de reféns?

O grupo palestino ainda não respondeu diretamente às declarações de Netanyahu, mas, mais cedo, criticou o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, por sugerir que Israel deveria abandonar o cessar-fogo caso os reféns não fossem entregues dentro do prazo. "Deixe o inferno se instaurar", disse Trump ao assinar ordens executivas na Casa Branca.

Na segunda-feira (10), o Hamas anunciou que pretende adiar a libertação dos reféns, acusando Israel de descumprir os termos do cessar-fogo. O grupo alega que o governo israelense dificultou a entrada de ajuda humanitária, impediu o retorno de deslocados ao norte de Gaza e continuou realizando bombardeios.

O cessar-fogo, iniciado em 19 de janeiro, foi estruturado em três fases. Na primeira etapa, o Hamas deveria libertar 33 reféns gradualmente, enquanto Israel retirava tropas da região e liberava prisioneiros palestinos. Até esta terça-feira (11), 16 reféns haviam sido soltos.

Israel considera o atraso uma violação do acordo e colocou suas tropas em alerta máximo na fronteira. Segundo a agência Reuters, mediadores internacionais temem que o entendimento entre as partes possa ruir, e as negociações sobre as fases seguintes foram adiadas.

A guerra começou em outubro de 2023, após um ataque do Hamas a Israel que deixou mais de 1,2 mil mortos. Em resposta, o governo israelense lançou uma ofensiva na Faixa de Gaza, resultando em mais de 40 mil mortes.

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