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Trump e Kim aceitam convites para visitar Coreia e EUA

A agência norte-coreana KCNA informou que os dois líderes aceitaram os convites 'de bom grado'

12 jun 2018
20h19
atualizado às 20h44
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Donald Trump e Kim Jong-un aceitaram convites para visitar, respectivamente, a Coreia do Norte e os Estados Unidos, informou nesta terça-feira (12) a agência estatal de Pyongyang, a KCNA.

A informação, ainda não confirmada pela Casa Branca, está no texto em que o veículo noticia a cúpula realizada na ilha de Sentosa, em Singapura, na qual os dois líderes se comprometeram com a desnuclearização da Península da Coreia.

"Kim Jong-un convidou Trump para visitar Pyongyang em um momento apropriado, e Trump convidou Kim Jong-un para visitar os EUA. Os dois líderes aceitaram o convite do outro de bom grado, convencidos de que isso seria mais uma importante ocasião para melhorar as relações", diz a KCNA.

Encontro foi o primeiro entre os líderes dos dois países
Encontro foi o primeiro entre os líderes dos dois países
Foto: KCNA / Reuters

Fim do 'antagonismo'

Além disso, de acordo com a agência, Kim ressaltou a Trump que a única forma de alcançar a paz na Península da Coreia é se comprometer com o fim do "antagonismo" entre os dois países e adotar passos "institucionais" nesse sentido.

A imprensa oficial de Pyongyang também afirma que Trump prometeu interromper os exercícios militares conjuntos com a Coreia do Norte, oferecer garantias de segurança para o regime e derrubar as sanções contra o país.

"Kim Jong-un esclareceu que, se os Estados Unidos tomarem medidas genuínas para construir confiança, a República Popular Democrática da Coreia, também, pode continuar adotando medidas adicionais de boa vontade", acrescenta a estatal.

Líder norte-coreano pediu que Trump acabe com 'antagonismo'
Líder norte-coreano pediu que Trump acabe com 'antagonismo'
Foto: KCNA / Reuters

A reunião de Singapura foi a primeira na história entre os líderes dos dois países e representa o ponto mais alto no processo de pacificação da Península da Coreia, iniciado em janeiro.

No entanto, o comunicado conjunto assinado por Kim e Trump não traz ações concretas e fala em um vago compromisso com a "paz duradoura" e a "desnuclearização".

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