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Taxa de desemprego na Itália cai para 8,3%

Esse é o menor índice no país em quase dois anos

2 mai 2022 11h13
| atualizado às 11h19
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A taxa de desemprego na Itália caiu 0,2 ponto percentual em março e chegou a 8,3%, de acordo com dados divulgados nesta segunda-feira (2) pelo Instituto Nacional de Estatística (Istat).

Manifestação pelo Dia do Trabalho em Assis, centro da Itália
Manifestação pelo Dia do Trabalho em Assis, centro da Itália
Foto: ANSA / Ansa - Brasil

Segundo o órgão responsável pela medição oficial dos dados econômicos do país, a redução na comparação com março de 2021 é de 1,8 ponto. Com isso, o índice de desemprego na Itália atingiu o menor índice desde abril de 2020 (7,5%).

De acordo com o Istat, o país contabilizava 2,74 milhões de desempregados em março, queda de 48 mil unidades em relação a fevereiro e de 412 mil na comparação com o ano passado.

Já a taxa de ocupação subiu 0,3 ponto em um mês e atingiu 59,9%, igualando o recorde da série histórica iniciada em 2004. A Itália fechou março de 2022 com 23,04 milhões de pessoas empregadas, sendo 14,9 milhões com carteira assinada, 4,98 milhões de autônomos e 3,16 milhões com contratos temporários.

"Pode parecer uma boa notícia o crescimento, ainda que lento, do emprego, mas isso esconde um dado gravíssimo para nosso mercado de trabalho: os contratos temporários registram um novo recorde, chegando em março a mais de 3,15 milhões, índice que não era alcançado desde 1977", alertou a Confederação-Geral Italiana do Trabalho (Cgil), maior sindicato do país.

"Precisamos de uma reforma do mercado de trabalho para garantir uma perspectiva de estabilidade e crescimento da renda. Não é mais aceitável que o mercado esteja fundado na precariedade e em um modelo de desenvolvimento econômico centrado na redução de custos e direitos", acrescentou a Cgil.

Ansa - Brasil   
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