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Tajani diz que Itália é a favor do reconhecimento da Palestina

Chanceler, contudo, pregou a necessidade de unir o território

4 jun 2025 - 13h47
(atualizado às 14h44)
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O vice-premiê e ministro das Relações Exteriores da Itália, Antonio Tajani, afirmou nesta quarta-feira (4) que é a favor do reconhecimento da Palestina, mas mencionou que o primeiro passo para isso seria unir o território.

Tajani defendeu a manutenção de um "diálogo firme" com os israelenses
Tajani defendeu a manutenção de um "diálogo firme" com os israelenses
Foto: ANSA / Ansa - Brasil

"Somos a favor do reconhecimento, mas a Palestina precisa existir primeiro, porque hoje existem duas: uma é Gaza e a outra é a Cisjordânia. Precisamos dar passos rumo à reunificação e, em seguida, iniciar um processo de reconhecimento mútuo entre Palestina e Israel e vice-versa", disse o político em um programa da Rai Radio1.

Tajani defendeu a manutenção de um "diálogo firme" com os israelenses e declarou ser contrário a uma possível interrupção dos contatos com o país administrado por Benjamin Netanyahu.

"O diálogo com Israel não deve ser interrompido, porque, caso contrário, nenhuma ação humanitária poderá ser realizada, o que já é muito complicado no território atormentado que é a Faixa de Gaza. Em vez disso, acho que devemos sempre manter um diálogo firme com Israel", declarou.

O italiano analisou que atualmente é preciso "convencer Israel a concluir a parte militar e chegar a um cessar-fogo".

Paralelamente, Tajani afirmou que o Hamas "deve libertar todos os reféns e parar de realizar ações terroristas".

"O objetivo deve ser alcançar a paz e, em seguida, reconstruir Gaza, e compartilhamos o projeto egípcio que também foi adotado pelos países árabes", acrescentou.

Por fim, o chanceler garantiu que o pequeno Adam Al-Najjar, que sobreviveu ao bombardeio que exterminou sua família no enclave palestino, será transferido para a Itália para receber tratamento. A criança, de acordo com Tajani, deverá deixar Gaza no próximo dia 11 ao lado da mãe, da tia e de quatro primos.

Ansa - Brasil
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