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Taiwan já é independente por eleger seus próprios líderes, diz candidato governista à Presidência

6 out 2023 - 12h10
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Taiwan tem demonstrado que já é independente e soberano ao eleger seu próprio presidente e não precisa de uma declaração de independência separada, disse o candidato governista e favorito para se tornar o próximo líder da ilha em uma entrevista à imprensa japonesa.

A China nunca renunciou ao uso da força para colocar Taiwan sob seu controle, considerando-o um território chinês "sagrado" e, em 2005, aprovou uma lei que dá a Pequim a base legal para uma ação militar contra a ilha, caso ela se separe ou pareça estar prestes a fazê-lo.

O vice-presidente de Taiwan, William Lai, que lidera as pesquisas de opinião antes das eleições presidenciais de janeiro, é desprezado pela China por comentários que fez em apoio à independência da ilha. Lai disse que não pretende mudar o status quo ou o nome de Taiwan, que formalmente é República da China.

Em uma entrevista à mídia japonesa, cuja transcrição foi divulgada por sua equipe de campanha nesta sexta-feira, Lai foi questionado sobre sua posição em relação à independência de Taiwan.

Taiwan elege regularmente líderes em todos os níveis de governo, desde as bases até o presidente, disse Lai.

"Então, de fato, Taiwan já é soberano e independente. Se não for soberano e independente, como pode haver uma eleição presidencial? Portanto, não há necessidade de declarar a independência de Taiwan novamente", acrescentou.

"Meu trabalho é proteger a soberania de Taiwan, melhorar a democracia, a paz e a prosperidade."

O Escritório de Assuntos sobre Taiwan da China, que tem frequentemente criticado Lai como separatista, não respondeu aos pedidos de comentários.

Lai disse que o povo de Taiwan tem certeza de que esta não é "absolutamente" uma eleição para escolher entre a guerra e a paz.

"É uma escolha entre democracia e ditadura", acrescentou.

O principal partido da oposição, o Kuomintang, que tradicionalmente favorece laços estreitos com a China, tem criticado Lai por promover uma agenda de independência e provocar a China.

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