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Supremo dos EUA veta exigência de vacinação em empresas

Apenas foi mantida a obrigatoriedade para operadores de saúde

13 jan 2022 17h59
| atualizado às 18h16
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A Suprema Corte dos Estados Unidos bloqueou nesta quinta-feira (13) a obrigatoriedade de vacinação ou de testes para detectar a covid-19 de funcionários de grandes empresas, determinada pelo governo de Joe Biden.    

Por 6 votos a 3, a medida foi rejeitada porque, segundo os magistrados, é preciso que o Congresso autorize tal medida, não podendo ser apenas a decisão da Presidência.    

No entanto, em uma segunda votação, foi mantida a obrigatoriedade de vacinação para operadores de saúde que trabalham em estruturas médicas que recebam fundos federais. 

Centro de vacinação contra a Covid-19 em Inglewood, Califórnia, EUA
15/03/2021 REUTERS/Mike Blake
Centro de vacinação contra a Covid-19 em Inglewood, Califórnia, EUA 15/03/2021 REUTERS/Mike Blake
Foto: Reuters

Nesse caso a medida foi aprovada por 5 a 4, com dois magistrados conservadores, o presidente John G. Roberts e o juiz Brett M. Kavanaugh, se unindo aos progressistas.    

A ordem de Biden foi emitida em novembro e atingia as empresas com mais de 100 funcionários, sendo uma das principais formas de tentar aumentar o índice de imunização do país, estagnado na casa dos 70%.

Quem não quisesse se vacinar, precisaria realizar testes para mostrar que estava negativo para a Covid-19. A medida valeria a partir de 4 de janeiro e atingia cerca de 80 milhões de cidadãos. .
   

Ansa - Brasil   
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