Superlotação e falta de água estão entre maiores riscos à saúde após terremotos na Venezuela, diz Opas
Os maiores riscos à saúde dos moradores após os dois terremotos devastadores que atingiram a costa norte da Venezuela no mês passado incluem interrupções no atendimento médico regular, superlotação nos abrigos e falta de acesso a água potável, afirmou na quinta-feira Jarbas Barbosa, diretor da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas).
A organização está trabalhando em estreita colaboração com o Ministério da Saúde da Venezuela para rastrear eventuais surtos de doenças respiratórias ou digestivas, especialmente nos abrigos montados para aqueles que perderam suas casas, acrescentaram outros representantes da Opas em uma teleconferência com jornalistas.
No entanto, o país precisa garantir o acesso a vacinas, acrescentou Barbosa, especialmente porque as taxas de vacinação na Venezuela já eram inferiores ao necessário antes do desastre e o sistema de saúde do país já vinha enfrentando problemas contínuos devido à crise econômica.
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