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Rússia condena assassino de crítico de Putin a 20 anos de prisão

13 jul 2017 - 09h12
(atualizado às 09h21)
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Um tribunal da Rússia sentenciou nesta quinta-feira um homem condenado pelo assassinato do líder opositor Boris Nemtsov a 20 anos de prisão nesta quinta-feira e atribuiu penas variando entre 11 e 19 anos a quatro outros homens condenados como cúmplices.

Anzor Gubashev e Zaur Dadayev, condenados por envolvimento no assassinato do crítico de Putin Boris Nemtsov, em Moscou, na Rússia  13/07/2017 REUTERS/Tatyana Makeyeva
Anzor Gubashev e Zaur Dadayev, condenados por envolvimento no assassinato do crítico de Putin Boris Nemtsov, em Moscou, na Rússia 13/07/2017 REUTERS/Tatyana Makeyeva
Foto: Reuters

Nemtsov, um dos críticos mais contundentes do presidente russo, Vladimir Putin, foi morto em 2015 enquanto atravessava uma ponte perto do Kremlin depois de jantar com a namorada. Então com 55 anos, ele vinha trabalhando em um relatório sobre o papel da Rússia no conflito da Ucrânia. Sua morte causou choque em círculos opositores.

No mês passado a mesma corte considerou os cinco homens culpados pelo assassinato de Nemtsov, mas os aliados do político disseram que a investigação foi um acobertamento e que as pessoas que ordenaram sua morte continuam à solta.

O tribunal atribuiu a pena mais longa, de 20 anos, a Zaur Dadayev, ex-soldado da Chechênia e aquele que apertou o gatilho, segundo os procuradores do Estado.        

Os quatro outros chechenos condenados como seus cúmplices receberam penas que variam entre 11 e 19 anos.

"A falha desta sentença é que aqueles que ordenaram e organizaram este crime não estão no banco dos réus", disse Vadim Prokhorov, advogado da filha de Nemtsov, Zhanna.

Os procuradores disseram que o grupo seguiu Nemtsov pela capital russa e que tinha a promessa de receber uma recompensa equivalente a 250 mil dólares entre os quatro para o assassinato de grande repercussão.

Shamsudin Tsakayev, o advogado de Dadayev, disse à Reuters após a divulgação da pena que existe "prova irrefutável" de que seu cliente não cometeu o crime.

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