Script = https://s1.trrsf.com/update-1770314720/fe/zaz-ui-t360/_js/transition.min.js
PUBLICIDADE

Presidente de Cuba confirma diálogo com EUA para solucionar 'divergências'

Delegações se encontraram para identificar áreas de cooperação

13 mar 2026 - 13h02
(atualizado às 13h58)
Compartilhar
Exibir comentários

O presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, confirmou nesta sexta-feira (13) que funcionários de seu governo se reuniram, recentemente, com representantes dos Estados Unidos para resolver as divergências bilaterais entre os países.

Miguel Díaz-Canel durante coletiva de imprensa em Havana
Miguel Díaz-Canel durante coletiva de imprensa em Havana
Foto: ANSA / Ansa - Brasil

Ele destacou que o encontro teve como objetivo "identificar áreas de cooperação que contribuam para a segurança e a paz em ambas as nações e em todo o continente".

Segundo a imprensa local, as discussões foram conduzidas sob a supervisão do ex-chefe de Estado e "líder histórico da Revolução Cubana", Raúl Castro, além do próprio Díaz-Canel.

O atual líder de Havana também anunciou uma possível visita do FBI na ilha, de modo a colaborar nas investigações do incidente envolvendo a invasão de uma embarcação americana em águas cubanas, em fevereiro, que culminou na morte de cinco pessoas.

Díaz-Canel frisou que Washington foi informada dos fatos e manifestou interesse em participar das investigações. Cuba alega que o barco avançou de forma ilegal em seu litoral, transportando dez passageiros armados, todos cubanos residentes nos EUA. Por esse motivo, o incidente foi classificado por Havana como uma "infiltração para fins terroristas".

Também nesta sexta, o diretor da sala de imprensa do Vaticano, Matteo Bruni, confirmou que houve interlocuções com o país caribenho para a libertação de 51 detentos na ilha tendo em vista a Semana Santa.

"Houve discussões recentes sobre a libertação de alguns presos", declarou Bruni, após o papa Leão XIV ter recebido, em 28 de fevereiro, em audiência privada, o ministro das Relações Exteriores de Cuba, Bruno Rodríguez Parrilla.

O governo da ilha confirmou o "gesto de boa vontade do Estado cubano nas relações com o Vaticano".

"Os detentos beneficiados já descontaram uma parte significativa da pena e mantiveram bom comportamento durante o período de encarceramento", explicou a administração cubana em nota. 

Ansa - Brasil
Compartilhar
Publicidade

Conheça nossos produtos

Seu Terra












Publicidade