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Prefeito italiano faz apelo para repovoar cidade

15 nov 2022 - 14h37
(atualizado às 15h52)
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Após projeção da Organização das Nações Unidas (ONU) indicar que o mundo chegou à marca de 8 bilhões de pessoas nesta terça-feira (15), o prefeito de Poggiodomo, Filippo Marini, fez um apelo para repovoar a cidade italiana com "alguns desses habitantes".

Prefeito italiano faz apelo para repovoar cidade
Prefeito italiano faz apelo para repovoar cidade
Foto: ANSA / Ansa - Brasil

"Se dos 8 bilhões de pessoas que habitam o mundo, 200 ou 300 quisessem vir morar em Poggiodomo, eu ficaria feliz", enfatizou ele à ANSA.

O italiano contou que o menor vilarejo de Valnerina, perto dos Apeninos, cujo número de habitantes é cerca de 172, continua esvaziando anualmente.

"Infelizmente vivem aqui principalmente pessoas idosas que ciclicamente nos deixam e não são substituídas por novos nascimentos. A última criança nascida em Poggiodomo tem agora um ano e meio, antes dela nascer foi meu filho, há 8 anos", explica Marini.

"Vivemos em um lugar maravilhoso do ponto de vista paisagístico, mas ficar aqui, a quase mil metros acima do nível do mar, entendo que não seja fácil. Definitivamente, precisamos de um projeto para relançar essas realidades", acrescentou o prefeito italiano.

Segundo ele, "seriam necessários incentivos econômicos para jovens casais para induzi-los a fazer uma determinada escolha de estilo de vida e isso permitiria um repovoamento".

Marini explicou ainda que a única coisa que cresce na região "é a fauna predadora", em particular os lobos. "Muitos fazendeiros, que são heróis para mim, estão sofrendo sérios danos e se um dia decidirem partir será realmente o fim de nossa aldeia e para a economia".

"Na esperança de que o mais breve possível haja um plano nacional para reviver realidades como Poggiodomo, renovo o convite a algumas centenas dos 8 bilhões de pessoas para virem morar aqui, garanto que a qualidade de vida é muito alto", conclui Marini.

Desde 2007, a Itália registra mais mortes do que nascimentos. A redução da população fez diversas cidades do país a criarem iniciativas, incluindo a venda de imóveis por um euro, para tentar repovoá-las.

Ansa - Brasil
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