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Papa pede cessar-fogo na Ucrânia e cita 'esperança' em trégua no Líbano

Leão XIV mencionou conflitos globais em missa em Angola

19 abr 2026 - 10h51
(atualizado às 11h07)
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O papa Leão XIV voltou a mencionar as guerras na Ucrânia e no Oriente Médio durante a missa realizada em Kilamba, Angola, neste domingo (19). Ele lamentou a escalada do conflito no leste europeu ao mesmo tempo que destacou "um sinal de esperança" na trégua no Líbano.

Papa Leão XIV está em viagem oficial à África
Papa Leão XIV está em viagem oficial à África
Foto: ANSA / Ansa - Brasil

"Lamento profundamente a recente escalada dos ataques contra a Ucrânia, que continuam a afetar a população civil", disse o pontífice no Regina Coeli, ao final da missa.

"Reitero o meu apelo para que as armas sejam silenciadas e para que o diálogo continue", frisou Robert Prevost, antes de comentar o cessar-fogo anunciado entre Israel e Hezbollah.

"A trégua anunciada no Líbano é uma fonte de esperança, um sinal de alívio para o povo libanês e para o Levante", falou o líder da Igreja Católica. "Encorajo aqueles que estão empenhados em uma solução diplomática a continuar as negociações de paz, para que o fim das hostilidades em todo o Oriente Médio se torne permanente". acrescentou.

Durante a missa, que reuniu cerca de 100 mil fiéis em Kilamba, o Papa também abordou as feridas de Angola, país que sofreu com a guerra civil.

Angola é "um país belo e ferido, faminto e sedento de esperança, paz e fraternidade", disse Leão XIV, ao lembrar a "longa guerra civil" que afligiu o território, "com suas consequências de inimizades e divisões, recursos desperdiçados e pobreza".

De acordo com Prevost, "os desafios sociais e econômicos e as várias formas de pobreza" existentes em Angola "exigem a presença de uma Igreja" que possa acompanhar "seus filhos".

"Só então será possível construir um país onde as antigas divisões sejam superadas para sempre, onde o ódio e a violência desapareçam, onde o flagelo da corrupção seja curado por uma nova cultura de justiça e partilha", enfatizou o Papa. 

Ansa - Brasil
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