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Países se reúnem para discutir solução de dois Estados à medida que cresce apoio ao Estado palestino

22 set 2025 - 10h08
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Vários líderes mundiais devem reconhecer formalmente um Estado palestino nesta segunda-feira, em uma cúpula convocada pela França e pela Arábia Saudita, uma medida que, segundo Israel, prejudicará as perspectivas de um fim pacífico para a guerra em Gaza.

Embora a cúpula em Nova York possa elevar o moral dos palestinos, não se espera que ela produza mudanças no terreno, onde o governo mais à direita da história de Israel declarou que não haverá Estado palestino, à medida que prossegue com sua luta contra o grupo militante Hamas.

A solução de dois Estados foi o alicerce do processo de paz apoiado pelos EUA, iniciado pelos Acordos de Oslo de 1993. O processo sofreu forte resistência de ambos os lados e praticamente morreu.

Israel e Estados Unidos boicotarão a cúpula, disse o embaixador de Israel na ONU, Danny Danon, descrevendo o evento como um "circo".

Reino Unido, Canadá, Austrália e Portugal reconheceram um Estado palestino no domingo. Espera-se que a França e outros cinco países também o façam formalmente nesta segunda-feira, na reunião que antecede a Assembleia Geral das Nações Unidas.

Embora a maioria dos países europeus reconheça agora um Estado palestino, tanto a Alemanha quanto a Itália sinalizaram que é improvável que tomem essa medida em breve.

A Alemanha -- que há muito tempo apoia firmemente Israel por causa de sua responsabilidade pelo Holocausto -- tornou-se mais crítica em relação à política israelense, ao mesmo tempo em que insiste que o reconhecimento de um Estado palestino deve vir no final de um processo político para chegar a um acordo sobre uma solução de dois Estados.

O porta-voz do governo alemão também disse nesta segunda-feira que não deve haver mais anexações no território ocupado por Israel.

A Itália afirmou que o reconhecimento de um Estado palestino poderia ser "contraproducente".

A Rússia ainda acredita que uma solução de dois Estados é a única maneira de resolver o conflito, disse o Kremlin nesta segunda-feira.

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