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Oriente Médio

Premiê da Autoridade Palestina dirigirá governo de consenso

Prazo para formação do governo transitório vence no próximo dia 28

22 mai 2014 - 11h45
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<p>Militantes palestinos da Frente Popular para a Liberta&ccedil;&atilde;o da Palestina (FPLP) participam&nbsp;de um show de militares em Khan Younis, no sul da Faixa de Gaza, em 29 de abril</p>
Militantes palestinos da Frente Popular para a Libertação da Palestina (FPLP) participam de um show de militares em Khan Younis, no sul da Faixa de Gaza, em 29 de abril
Foto: Reuters

O futuro governo palestino de consenso, composto por personalidades independentes, será dirigido pelo atual primeiro-ministro da Autoridade Palestina, Rami Hamdalah, indicou uma fonte próxima às negociações.

"O governo está quase pronto e Rami Hamdalah será o primeiro-ministro", afirmou à AFP a fonte ligada às negociações entre o movimento Fatah, do presidente Mahmud Abbas, e o Hamas islamista.

"O presidente Abbas informou ontem (quarta-feira) a Hamdalah que dirigiria o governo de consenso", acrescentou.

Um conselheiro de Ismail Haniyeh, o chefe de Governo do Hamas em Gaza, assinalou que foi proposto durante as discussões que "Abu Mazen" Abbas não dirigiria o próximo governo, cujo cargo seria confiado a outra pessoa.

"O movimento confirmou que não tinha objeções", enfatizou esta fonte, Basen Naim, acrescentando que o dirigente do Fatah encarregado do diálogo como Hamas, Azam al Ahmad, deve ir a Gaza a partir de domingo para fechar a formação do governo.

Em sua visita anterior a Gaza, Azam al Ahmad assegurou, em 13 de maio, que o executivo transitório seria formado no prazo previsto, que vence no próximo dia 28.

A Organização para a Libertação da Palestina (OLP) assinou em 23 de abril um acordo de reconciliação nacional com o Hamas, que governa a Faixa de Gaza. A OLP dirige a Autoridade Palestina e é reconhecida pela comunidade internacional como única representante legítima do povo palestino.

No dia seguinte, o governo israelense suspendeu as negociações de paz e o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu classificou a aproximação interpalestina como "um gigantesco salto para trás".

Já houve tentativas anteriores de reconciliação. Hamas e Fatah (principal integrante da OLP) assinaram um acordo no Cairo, em 2011, e outro em Doha, em 2012, para pôr fim à divisão política entre a Faixa de Gaza e a Cisjordânia. Nenhum desses compromissos saiu do papel.

AFP Todos os direitos de reprodução e representação reservados. 
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