Script = https://s1.trrsf.com/update-1768488324/fe/zaz-ui-t360/_js/transition.min.js
PUBLICIDADE

Oriente Médio

ONG: 75% dos palestinos vivem abaixo da linha da pobreza

Palestinos da cidade denunciam a discriminação e a falta de investimento em serviços para a população árabe

13 mai 2015 - 11h53
(atualizado às 16h40)
Compartilhar
Exibir comentários
Palestinos enfrentam nevasca em rua de Ramallah, na Cisjordânia, nesta quarta-feira. 07/01/2015
Palestinos enfrentam nevasca em rua de Ramallah, na Cisjordânia, nesta quarta-feira. 07/01/2015
Foto: Mohamad Torokman / Reuters

Um relatório da Associação pelos Direitos Civis em Israel (ACRI) mostrou que 75% dos palestinos em Jerusalém vivem abaixo da linha da pobreza.

O documento intitulado de "Jerusalém Oriental: Fatos e números de 2015", "mostra a persistente negligência e crescente violência" através de dados extraídos de fontes oficiais israelenses como a prefeitura, a polícia e o Escritório Central de Estatísticas sobre a situação dos mais de 300 mil palestinos que residem na cidade.

Siga Terra Notícias no Twitter

A organização aponta que os menores de idade são os mais afetados e que mais de 80% deles sofrem com a pobreza e vêem reduzidas suas oportunidades de futuro.

Segundo a ACRI, 60% das crianças enfrentam dificuldades de acesso às escolas públicas, onde faltam vagas e os níveis de abandono escolar alcançam 33% a partir dos 12 anos.

A crescente tensão entre israelenses e palestinos no último ano, após a morte em junho de três jovens israelenses sequestrados na Cisjordânia e o assassinato de um adolescente palestino pelas mãos de judeus ultranacionalistas, também teve duras consequências para os menores palestinos.

Palestinos vivem desespero em campo atacado por EI:

Desde então, 406 jovens foram detidos sob a acusação de participar de distúrbios, o mais recente e menor com apenas 6 anos, enquanto cinco adolescentes perderam a vista pelo impacto de balas de borracha usadas como 'medida de dispersão de massas' pelas autoridades israelenses.

Israel ocupou Jerusalém Oriental (da mesma forma que Cisjordânia e Gaza) após a Guerra dos Seis Dias de 1967 e anexou a parte ocupada da cidade em 1980 com uma lei que declara Jerusalém capital indivisível do Estado judeu.

Israel pode ser denunciado por crimes de guerra:

Desde então, os palestinos da cidade denunciam a discriminação e a falta de investimento em serviços para a população árabe.

Contatado, o escritório de informação da Prefeitura de Jerusalém não facilitou uma reação ao relatório.

EFE   
Compartilhar
Publicidade

Conheça nossos produtos

Seu Terra












Publicidade