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Oriente Médio

Kerry: não atuar na Síria é um risco mais importante que a intervenção

7 set 2013 - 16h28
(atualizado às 17h11)
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Kerry faz pronunciamento sobre a utilização de armas químicas pelo regime sírio de Bashar al-Assad
Kerry faz pronunciamento sobre a utilização de armas químicas pelo regime sírio de Bashar al-Assad
Foto: AP

O secretário de Estado americano, John Kerry, ressaltou neste sábado que não intervir na Síria em resposta ao ataque químico atribuído ao regime de Bashar al Assad seria "um risco mais importante" que a própria ação militar.

Kerry, que se reuniu em Paris com o ministro das Relações Exteriores da França, Laurent Fabius, insistiu que esta crise afeta a segurança de cada americano, especialmente pelo risco de disseminação de armas químicas entre grupos terroristas, e que o ataque planejado pelos Estados Unidos será curto, seletivo, sem tropas no terreno, mas com uma mensagem "clara".

O chefe da diplomacia americana contou que o presidente, Barack Obama, não decidiu se aguardará a apresentação do relatório dos analistas da ONU sobre o ataque químico do último dia 21, posição tomada pela França.

"A ausência de ação representa um risco maior que a própria ação", afirmou Kerry, que insistiu que o que se coloca não é uma guerra já que "a única forma de pôr fim ao conflito sírio passa por uma solução política e não militar".

A ação militar limitada dos Estados Unidos só visaria "reduzir a capacidade de Assad de utilizar armas químicas".

Por isso argumentou que é se deve "optar pela responsabilidade mais que pelo apaziguamento porque não podemos deixar um ditador se servir das armas mais horríveis. É preciso dar uma resposta seletiva e limitada, mas não menos clara".

EFE   
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