Exposição da Médicos Sem Fronteiras reproduz em São Paulo parte da realidade dos campos de refugiados do mundo; uma das situações mais críticas é a da guerra síria, que já desalojou quase 2 milhões de pessoas
Foto: Vagner Magalhães / Terra
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O material de inteligência reunido para provar a culpa do governo sírio pelo suposto uso de armas químicas foi fabricado por membros da comunidade de espionagem americana para enganar o presidente Barack Obama e convencê-lo a tomar medida de punição, segundo Ray McGovern, um veterano da própria CIA (Agência Central de Inteligência), disse em entrevista à agência de notícias russa RT.
McGovern foi um dos signatários de uma carta de funcionários veteranos de inteligência entregue a Obama, alertando o mandatário que Bashar al-Assad não é o responsável pelo suposto ataque com armas químicas, e que “o diretor da CIA, John Brennan, está cometendo a mesma fraude pré-Iraque sobre os membros do Congresso, a mídia e o público”.
O veterano disse que o problema é conseguir acesso ao que chamam de grande mídia. Segundo McGovern, a imprensa está apoiando a guerra e por isso não quer ouvir que a evidência é muito frágil. “Eles não querem ouvir que pessoas dentro da CIA, com grande acesso a informações, dizem que não há evidência conclusiva de que Assad ordenou aqueles ataques químicos. Você não assume aquelas coisas, você precisa prová-las”, disse.
A razão para que os Estados Unidos não apresentem a prova contra o regime sírio é porque não poderia ser suportada diante de um tribunal, e não passaria por um exame minucioso - isso aconteceu antes do Iraque, afirmou McGovern, que acrescentou que o governo americano precisa divulgar a suposta mensagem interceptada que provaria a culpa de Assad para calar os críticos.
O ex-analista declarou que o secretário de Estado John Kerry demonstrou estar sob influência do primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu – o único Estado que se beneficiaria de uma guerra na Síria, e que pessoas com influência e conselheiros da Casa Branca tentam convencer Obama a tomar uma medida.
Para McGovern, a mudança de postura de Washington ao recuar sobre a possibilidade iminente de um ataque na Síria foi uma conversa de Obama com os militares, que afirmaram que uma ação militar não poderia ser justificada tão cedo, e que as pessoas e setores que apoiam a intervenção militar não têm ideia do que é uma guerra.
Ray McGovern foi analista da CIA durante 27 anos e trabalhou com sete presidentes, sendo responsável, durante a década de 80, de preparar os relatórios diários matinais com o material reunido pela agência ao chefe do governo. McGovern foi um crítico feroz da guerra do Iraque liderada pelo presidente George W. Bush em 2003.
McGovern tem atuado nos últimos anos como ativista político. Ele tem um blog na página do cineasta e escritor Michael Moore, um dos mais ferrenhos críticos do militarismo americano e de grandes corporações do país. O ex-analista da CIA também trabalha na editora Tell The World, que é ligada a Igreja da Salvação.
Mais recentemente, também criticou a atuação do governo no episódio envolvendo o fundador do site WikiLeaks, Julian Assange, responsável pelo vazamento de documentos secretos. Ele chegou a afirmar na época que o único crime de Assange fora “divulgar a verdade”.
Os membros das Forças Armadas dos Estados Unidos estão usando as redes sociais para expressar suas opiniões sobre a decisão do presidente Barack Obama de promover um ataque à Síria em retaliação ao suposto uso de armas químicas pelo regime de Bashar al-Assad
Foto: Facebook / Reprodução
Ao que tudo indica, a onda de manifestações virtuais começou em 31 de agosto com uma foto de um oficial da Marinha segurando uma folha de papel criticando uma possível ação na Síria
Foto: Facebook / Reprodução
A postagem foi compartilhada por mais de 20 mil pessoas no último fim de semana e gerou uma onda de ações similares
Foto: Facebook / Reprodução
Outro cartaz de protesto reclama da ideia americana de se envolver em um conflito de outro país e pede que os EUA fiquem fora da Síria
Foto: Facebook / Reprodução
Entre os manifestantes virtuais, há homens vestidos com uniformes que parecem ser da Marinha, do Exército e da Força Aérea americana
Foto: Facebook / Reprodução
Outras imagens de homens fardados com os uniformes das Forças Armadas norte-americanas com a mesma frase ou similares apareceram no Facebook
Foto: Facebook / Reprodução
Reações favoráveis a uma ação militar na Síria e contra os soldados "dissidentes" também surgiram. "Deixem de ser babacas e sirvam sua nação como um guerreiro", diz um desses cartazes
Foto: Facebook / Reprodução
Entre os comentários, alguns questionam se os manifestantes são mesmo soldados
Foto: Facebook / Reprodução
Os soldados "dissidentes" podem ser punidos caso suas identidades sejam reveladas, de acordo com o juramento e com o código militar das Forças Armadas