Exposição da Médicos Sem Fronteiras reproduz em São Paulo parte da realidade dos campos de refugiados do mundo; uma das situações mais críticas é a da guerra síria, que já desalojou quase 2 milhões de pessoas
Foto: Vagner Magalhães / Terra
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O chefe de políticas do Departamento de Defesa dos Estados Unidos, James Miller, disse nesta terça-feira, em Pequim, que uma forte resposta ao suposto ataque químico realizado pelo governo sírio iria ajudar a impedir a Coreia do Norte de usar seu “massivo arsenal de armas químicas”, de acordo com a agência Reuters.
A administração Obama acusa o regime do presidente Bashar al-Assad do ataque que teria deixado mais de 1,4 mil mortos. Estados Unidos e França estão tentando reunir apoio internacional para uma intervenção militar na Síria.
Miller se reuniu ontem no Ministério de Defesa chinês para discutir a situação em Damasco, e reforçou que as normas contra o uso de armas químicas devem ser asseguradas. “Eu enfatizei o massivo arsenal de armas químicas que a Coreia do Norte tem, e que nós nao queremos viver em um mundo no qual a Coreia do Norte achasse que o limite para o uso de armas químicas tivesse sido baixado”, afirmou o americano nesta terça.
O representante de Washington disse que argumentou, durante a reunião, que é importante, não apenas para o interesse nacional americano, mas também o chinês e internacional, que haja uma “forte resposta para o claro e massivo uso de armas químicas” por Assad.
De acordo com Miller, Wang Guanzhong, vice-chefe do Estado Maior do Exército chinês, levou seu comentário em consideração, mas disse que ele teria de remeter qualquer resposta sobre a Síria ao Ministério de Relações Exteriores.
Pequim tem evitado tomar um lado no conflito sírio, e pediu por uma investigação imparcial por parte dos inspetores da ONU sobre o suposto ataque químico realizado no dia 21 de agosto, e advertiu contra conclusões precipitadas sobre os resultados. Os chineses, no entanto, afirmam que o culpado pelo ataque deve ser responsabilizado.
Miller disse ainda que também discutiu sobre cibersegurança com Wang e pressionou a China para convencer a Coreia do Norte em direção a negociações para desnuclearização “credíveis e autênticas”.
Refugiados sírios passam pela fronteira e entram em território turco para fugir da guerra
Foto: AP
Refugiados sírios chegam a posto de controle fronteiriço de Cilvegozu, na Turquia, fugindo da guerra civil do país. Autoridade da ONU diz que sete milhões de pessoas deixaram suas casas desde o início do conflito em março de 2011, incluindo dois milhões que saíram do país
Foto: AP
Refugiada síria de etnia curda dá banho em filho em campo de refugiados da Acnur em Quru Gusik, no norte do Iraque, 27 de agosto
Foto: AFP
Refugiado curdo posa para foto ao entardecer no campo de Quru Gusik, em imagem do dina 27 de agosto
Foto: AFP
Refugiada síria carrega seu filho em abrigo para imigrantes ilegais nas proximidades de Lyubimets, na Bulgária, em 28 de agosto
Foto: AFP
Refugiados sírios chegam à passagem de Cilvegozu, em Hatay, na Turquia, no dia 31 de agosto
Foto: AFP
Refugiados sírios se preparam para cruzar fronteira com a Turquia em 31 de agosto
Foto: AFP
O refugiados sírio Mohammed Abdullah, 75 anos, posa para fotos no campo de Mafraq, na Jordânia, em 28 de agosto
Foto: AP
Mohammed Abdullah entra em sua tenda, que divide com sua família, em campo de refugiados na Jordânia
Foto: AP
A menina Afrah Abdullah, 11 anos, posa com brinquedos que recebeu em campo de refugiados na localidade de Mafraq, na Jordânia, em 28 de agosto
Foto: AP
Shehada Nabelsi, 45 anos, toca instrumento típico da Síria no campo de refugiados na Jordânia. Ele faz parte do primeiro conjunto musical surgido no acampamento
Foto: AP
Mulheres sírias se cumprimentam ao chegarem à passagem de Cilvegozu, na Turquia, em 30 de agosto