Script = https://s1.trrsf.com/update-1785522911/fe/zaz-ui-t360/_js/transition.min.js
PUBLICIDADE

Mundo

Publicidade

Marinha da Itália aborda petroleiro da 'frota fantasma' da Rússia

Operação foi realizada no Mediterrâneo e terminou sem incidentes

2 ago 2026 - 10h53
(atualizado às 11h13)
Compartilhar
Exibir comentários

A Marinha italiana abordou neste domingo (2) o navio-tanque Toa Payoh, acusado de pertencer à chamada "frota fantasma" da Rússia e alvo de sanções da União Europeia.

Abordagem se deu no âmbito de missão europeia no Mediterrâneo
Abordagem se deu no âmbito de missão europeia no Mediterrâneo
Foto: ANSA / Ansa - Brasil

A operação ocorreu em águas internacionais a oeste da ilha de Pantelleria, no Canal da Sicília, e teve como objetivo verificar a nacionalidade da embarcação, que navegava sob bandeira de Camarões. A abordagem foi realizada pelo navio de patrulha Thaon di Revel, que integra a missão europeia Eunavfor Med Irini, atuante no Mar Mediterrâneo.

O petroleiro havia partido em 16 de julho do porto de Cotonou, no Benin, com destino a Istambul, na Turquia.

Segundo o Ministério da Defesa italiano, o comandante do Toa Payoh inicialmente não colaborou com as autoridades, mas uma equipe de militares transportada por helicóptero entrou na embarcação e realizou as inspeções previstas, com o apoio de um navio grego e de uma aeronave de patrulha polonesa. A operação durou cerca de duas horas e foi concluída sem incidentes.

O ministro da Defesa da Itália, Guido Crosetto, elogiou o "profissionalismo, a preparação e a firmeza" da equipe envolvida. "Essa atividade testemunha concretamente a contribuição da Itália para a segurança do Mediterrâneo e para a ação da União Europeia", declarou.

A abordagem foi efetuada com base no artigo 110 da Convenção da ONU sobre o Direito do Mar, que permite a uma embarcação militar verificar a nacionalidade de um navio mercante sob determinadas condições.

Os dados e documentos coletados durante a inspeção estão sendo analisados pelas autoridades. A "frota fantasma" é utilizada pela Rússia para contornar as sanções ocidentais devido à guerra na Ucrânia, sobretudo no mercado de petróleo e derivados.

Ansa - Brasil
Compartilhar

Comentários

Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site. Se achar algo que viole os termos de uso, denuncie.

Publicidade
Meu Terra