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Malásia proíbe funcionários públicos de usar aplicativo Waze alegando ligações com Israel

21 out 2026 - 12h14
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Resumo
O governo da Malásia proibiu funcionários públicos de utilizarem o aplicativo Waze, alegando riscos à segurança nacional e a proteção de dados contra o governo de Israel, país onde a plataforma foi criada. O primeiro-ministro Anwar Ibrahim justificou a medida afirmando que o serviço está sujeito a leis israelenses. A nação de maioria muçulmana não possui laços diplomáticos com Israel e apoia a causa palestina. Alphabet e a embaixada israelense não comentaram a decisão.

A Malásia proibiu os funcionários públicos de usar o aplicativo de navegação Waze, da Alphabet, alegando ⁠preocupações com a segurança ‌relacionadas à sua origem em Israel.

A Malásia, ‌de maioria ‌muçulmana, é uma defensora ⁠ferrenha da causa palestina e não mantém relações diplomáticas com Israel.

O primeiro-ministro da Malásia, Anwar Ibrahim, ‌ordenou a proibição "para proteger ‌as informações ⁠do ⁠governo e os dados pessoais ⁠dos ‌usuários contra ‌a ameaça de uso indevido pelo regime israelense", informou seu gabinete ⁠em comunicado na quarta-feira.

Google, empresa controladora do Waze, e a embaixada de ‌Israel em Cingapura não responderam imediatamente a um pedido ⁠de comentário da Reuters.

Um dia antes, Anwar afirmou em uma postagem no Facebook que o governo estava analisando possíveis riscos à segurança decorrentes do uso do Waze, que, segundo ele, "estava sujeito às leis israelenses".

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