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Mundo

Itália confirma acordo do G7 para usar ativos russos congelados

Líderes concordaram em criar fundo de US$ 50 bilhões para Kiev

13 jun 2024 - 14h42
(atualizado às 15h03)
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A primeira-ministra da Itália, Giorgia Meloni, confirmou nesta quinta-feira (13) que o G7 chegou a um acordo para usar lucros de ativos russos congelados no âmbito das sanções ocidentais pela guerra na Ucrânia.

    "Atingimos um acordo político para fornecer um apoio financeiro adicional à Ucrânia de cerca de US$ 50 bilhões [R$ 270 bilhões] até o fim do ano com um sistema de empréstimos: não se trata de um confisco, mas de lucros acumulados", explicou.

    "Foi um resultado que não podia ser presumido, do qual tenho particular orgulho. Agora deverá ser definido do ponto de vista técnico", acrescentou Meloni, à margem dos trabalhos da cúpula do G7.

    O evento, sob a presidência rotativa da Itália, vai até o sábado (15) em Borgo Egnazia, na Puglia. O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, participa como convidado.

   Meloni ainda confirmou que os líderes do G7 acordaram ?apoio unânime? à proposta americana para a guerra no Oriente Médio.

   ?Confirmo o apoio unânime à proposta dos Estados Unidos para o cessar-fogo, a libertação dos reféns e o apoio e proteção à população civil. Reforçamos todos os esforços para evitar a escalada?, declarou Meloni, à margem dos trabalhos da cúpula do G7. Ela ainda reiterou que é uma ?solução com a perspectiva de dois povos e dois Estados?.

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Ansa - Brasil   
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