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Israel libera candidatos de extrema-direita e proíbe partido árabe em eleição

7 mar 2019 - 11h57
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O comitê eleitoral de Israel aprovou a participação de candidatos judeus de extrema-direita acusados por rivais de racismo na eleição do mês que vem, mas desqualificou um partido árabe que o primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu, disse apoiar o terrorismo.

Michael Ben-Ari discursa durante comício
23/12/2010
REUTERS/Baz Ratner
Michael Ben-Ari discursa durante comício 23/12/2010 REUTERS/Baz Ratner
Foto: Reuters

As decisões tomadas na noite de quarta-feira pelo Comitê Eleitoral Central não devem ser implantadas antes das apelações, mas exasperou uma disputa já tensa para a votação de 9 de abril.

Enfrentando um caso de corrupção e uma fusão de partidos de centro que pode derrotá-lo, o conservador Netanyahu se alinhou a siglas ultranacionalistas, entre elas o Partido Poder Judeu, para aumentar suas chances.

O comitê eleitoral, composto por membros do Parlamento em fim de legislatura, rejeitou moções que apontavam o racismo como justificativa para pedir o impedimento de Michael Ben-Ari e Itamar Ben-Gvir, do Poder Judeu, que são seguidores do falecido rabino antiárabe Meir Kahane.

O partido de esquerda Meretz disse que apelará, assim como o Partido Trabalhista de centro-esquerda, à Suprema Corte contra a decisão a favor dos candidatos do Poder Judeu.

O comitê ainda barrou por 17 votos a 10 a participação do partido árabe Balad na eleição, aceitando uma moção apresentada pelo partido governista Likud de Netanyahu. O Likud diz que o Balad quer eliminar Israel como Estado judeu e que apoia militantes palestinos e libaneses.

"Aqueles que apoiam o terrorismo não estarão no Knesset (Parlamento) israelense!", escreveu Netanyahu no Twitter.

O Balad se descreve como um movimento democrático oposto ao sionismo e à ocupação israelense em territórios palestinos.

Hoje a sigla ocupa quatro cadeiras como parte da Lista Árabe Unida de 12 membros, que representa integrantes da minoria árabe de Israel.

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