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Irã não pode ter bomba atômica, alerta secretário-geral da Otan

Rutte disse que países de aliança gastarão 5% do PIB em defesa

23 jun 2025 - 12h13
(atualizado às 13h33)
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O secretário-geral da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), Mark Rutte, afirmou nesta segunda-feira (23) que o Irã "não deve desenvolver armas nucleares" com base no tratado de não proliferação.

A declaração foi dada durante coletiva de imprensa, na véspera da cúpula da aliança militar em Haia e dois dias após os ataques dos Estados Unidos contra três instalações nucleares.

"Os aliados concordam há muito tempo que o Irã não pode ter uma bomba atômica e é obrigado a respeitar o regime de não proliferação", declarou ele.

Sobre os bombardeios do governo de Donald Trump contra o Irã, o holandês disse não concordar com aqueles que consideram o ataque dos EUA ao país persa "em conflito com o direito internacional".

"Meu principal medo é que Teerã possa ter a bomba atômica, o que seria uma ameaça a Israel e a toda a região", admitiu.

O secretário da Otan confirmou também que os países-membros da aliança terão que aumentar seus gastos mínimos em defesa para 5% do PIB. Para ele, "não há exceções, não há acordos paralelos".

"O plano de investimento em defesa que os aliados aprovarão em Haia estabelece uma nova base: 5% do PIB a serem investidos em defesa. Isso representa um salto gigantesco, ambicioso, histórico e fundamental para garantir nosso futuro", acrescentou.

Rutte explicou que 3,5% será destinado para defesa clássica e 1,5% para segurança e infraestrutura. "5% é o que concordamos como Aliança".

Já em relação à guerra na Ucrânia, Rutte especificou que Kiev deverá ter o que precisa para "se defender da Rússia" hoje e exercer "dissuasão" no futuro. "Canadá e Europa já prometeram 35 bilhões de euros em ajuda militar para 2025", acrescentou.

Para ele, o "caminho irreversível" da Ucrânia em direção a Otan foi acordado no ano passado na cúpula de Washington e "também será válido na quinta-feira". 

Ansa - Brasil
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