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Impeachment: assessores de advogado de Trump são presos

Lev Parnas e Igor Fruman foram indiciados por violar regras de financiamento eleitoral nos EUA

10 out 2019 - 12h18
(atualizado às 12h38)
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Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump 
09/10/2019
 REUTERS/Jonathan Ernst
Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump 09/10/2019 REUTERS/Jonathan Ernst
Foto: Reuters

Dois assessores de Rudy Giuliani, advogado pessoal do presidente Donald Trump, foram presos nesta quinta-feira, 10.Lev Parnas e Igor Fruman, foram indiciados por violar a lei eleitoral americana. Eles também financiaram esforços para a investigação de adversários políticos de Trump. Os dois, americanos de origem ucraniana, são testemunhas importantes do processo de impeachment contra o presidente.

Parnas e Fruman ajudaram Giuliani a investigar negócios de Hunter Biden, filho do pré-candidato democrata à presidência Joe Biden na Ucrânia. Ambos colocaram Giuliani em contato com procuradores ucranianos.O advogado pessoal de Trump então incentivou os investigadores a analisar irregularidades da família Biden no país.

Mais tarde, o presidente Trump pressionou num telefonema o presidente ucraniano Volodmir Zelenski a investigar o pré-candidato democrata e sua família. Segundo a Justiça americana, Parnas e Fruman doaram US$ 325 mil para a campanha de Trump no ano passado de maneira irregular.

Parnas estava convidado para depor na comissão da Câmara dos deputados que analisa o impeachment de Trump nesta quinta-feira. Fruman foi chamado para depor na sexta-feira, 11. Como o convite não foi atendido, os democratas estudavam intimá-los a depor.

Outros dois colaboradores de Giuliani foram indiciados hoje. São eles David Correia Andrey Kukushkin. Correia foi preso na Califórnia e Kukushin, que nasceu na Bielo-Rússia e tem cidadania americana, está foragido.

No mês passado, Giuliani minimizou as investigações sobre seus assessores. "Foi uma questão de financiamento eleitoral. Indiquei um advogado a eles que deve resolver a questão", disse.

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