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Autoridade palestina diz que Hamas concorda com proposta para Gaza; Israel rejeita

26 mai 2025 - 10h51
(atualizado às 14h41)
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Uma autoridade palestina disse nesta segunda-feira que o Hamas concordou com uma proposta para um cessar-fogo em Gaza do enviado especial dos EUA, Steve Witkoff, mas uma autoridade israelense negou que a proposta tenha partido de Washington e acrescentou que nenhum governo israelense poderia aceitá-la.

Witkoff também rejeitou a tese de que o Hamas tenha aceitado sua sugestão de acordo de reféns e cessar-fogo em Gaza, dizendo à Reuters que o que ele havia visto era "completamente inaceitável" e que a proposta em discussão não era a mesma que a dele.

Próxima ao Hamas, a autoridade palestina disse à Reuters que a proposta previa a libertação de 10 reféns e um cessar-fogo de 70 dias e foi recebida pelo Hamas por meio de mediadores.

"A proposta inclui a libertação de 10 reféns israelenses vivos mantidos pelo Hamas em dois grupos, em troca de um cessar-fogo de 70 dias e uma retirada parcial da Faixa de Gaza", disse a fonte.

Também previa a libertação de prisioneiros palestinos por parte Israel, incluindo centenas que cumprem longas penas de prisão.

Uma autoridade israelense rejeitou a proposta, dizendo que nenhum governo responsável poderia aceitar tais termos e rejeitando a afirmação de que o acordo correspondia a um proposto por Witkoff.

Em 18 de março, Israel efetivamente encerrou um acordo de cessar-fogo de janeiro com o Hamas e renovou sua campanha militar em Gaza. O Hamas e as facções aliadas começaram a disparar foguetes e ataques dois dias depois.

O Hamas disse estar disposto a libertar todos os reféns restantes capturados por seus pistoleiros em ataques a comunidades no sul de Israel em 7 de outubro de 2023 e a concordar com um cessar-fogo permanente caso Israel retire-se completamente de Gaza.

O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, disse que Israel só estaria disposto a concordar com um cessar-fogo temporário em troca da libertação dos reféns, prometendo que a guerra só terminará quando o Hamas for erradicado.

Israel lançou uma guerra aérea e terrestre em Gaza após o ataque transfronteiriço dos militantes liderados pelo Hamas que matou 1.200 pessoas, segundo os cálculos israelenses, com 251 reféns sequestrados em Gaza.

O conflito matou quase 54.000 palestinos, de acordo com autoridades de saúde de Gaza, e devastou a faixa costeira. Grupos de ajuda humanitária dizem que os sinais de desnutrição grave são generalizados.

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