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Trump garante que defenderá Polônia e países bálticos em caso de escalada russa

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, prometeu neste domingo (21) defender a Polônia e os países bálticos em caso de escalada por parte da Rússia, após a recente violação do espaço aéreo da Estônia por caças russos.

21 set 2025 - 15h43
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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, prometeu neste domingo (21) defender a Polônia e os países bálticos em caso de escalada por parte da Rússia, após a recente violação do espaço aéreo da Estônia por caças russos.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, prometeu neste domingo, 21 de setembro de 2025, na Casa Braca que defender a Polônia e os países bálticos em caso de escalada por parte da Rússia.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, prometeu neste domingo, 21 de setembro de 2025, na Casa Braca que defender a Polônia e os países bálticos em caso de escalada por parte da Rússia.
Foto: AFP - BRENDAN SMIALOWSKI / RFI

Três aviões de combate MiG-31 russos entraram no espaço aéreo estoniano sobre o Golfo da Finlândia e permaneceram ali por cerca de 12 minutos, segundo alertaram na sexta-feira (19) as autoridades de Tallinn e a OTAN.

"Não gostamos disso", declarou Trump neste domingo, na Casa Branca. Ao ser questionado por um jornalista se ajudaria a defender esses países da União Europeia caso a Rússia aumentasse suas hostilidades, respondeu: "Sim, eu ajudaria".

A Itália, que desempenha uma missão de policiamento aéreo no Báltico dentro da OTAN (Organização do Tratado do Atlântico Norte), assim como a Suécia e a Finlândia, enviaram aviões para interceptar os três caças russos. 

Moscou negou qualquer violação do espaço aéreo do país báltico. "Em 19 de setembro, (...) três caças russos MiG-31 realizaram um voo programado da Carélia para um campo de aviação na região de Kaliningrado", um enclave russo situado entre a Lituânia e a Polônia, informou o Ministério da Defesa da Rússia, por meio do Telegram.

Reunião do Conselho de Segurança da ONU

O Ministério das Relações Exteriores da Estônia anunciou neste domingo que o Conselho de Segurança da ONU realizará uma reunião na segunda-feira para tratar do incidente.

É a primeira vez, em 34 anos de adesão da Estônia à ONU, que esse país — membro da União Europeia e da OTAN, e firme apoiador da Ucrânia — solicita oficialmente uma reunião de emergência do Conselho de Segurança.

"Isso mostra a dimensão sem precedentes das ameaças representadas pela Rússia agressiva à estabilidade da Europa", comentou no X o ministro das Relações Exteriores da Ucrânia, Andriï Sybiga.

Sybiga informou, na ocasião, que seu país pediu à Coreia do Sul que represente seu "ponto de vista" durante a reunião do Conselho de Segurança.

Na sexta-feira, o primeiro-ministro da Estônia anunciou que o país solicitaria à OTAN a ativação do Artigo 4 do Tratado do Atlântico Norte, que prevê consultas entre os aliados em caso de ameaça a um de seus membros.

Segundo o ministro das Relações Exteriores da Estônia, Margus Tsahkna, essa violação "faz parte de um padrão de comportamento mais amplo da Rússia, que visa testar a determinação da Europa e da OTAN".

Provocações

Não é a primeira incursão de aeronaves russas em território de países da União Europeia. Na noite de 9 para 10 de setembro, aviões da OTAN derrubaram drones russos sobre a Polônia. Na ocasião, Trump afirmou que a incursão "poderia ter sido um erro".

Pouco depois da violação do espaço aéreo polonês, um drone de combate russo permaneceu por uma hora no espaço aéreo da Romênia.

Neste domingo, a Alemanha acionou suas aeronaves após detectar um avião não identificado no espaço aéreo internacional, sobre o Mar Báltico.

"Mais uma vez, nosso esquadrão de alerta, composto por dois Eurofighters, foi mobilizado pela OTAN para verificar um avião não identificado, sem plano de voo nem contato por rádio. Tratava-se de uma aeronave de reconhecimento russa IL-20M", informou um comunicado da Força Aérea alemã.

(RFI com AFP)

RFI A RFI é uma rádio francesa e agência de notícias que transmite para o mundo todo em francês e em outros 15 idiomas.
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