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Papa Francisco

Francisco recebe o pálio e o anel do Pescador, símbolos do pontificado

19 mar 2013 - 05h58
(atualizado às 09h14)
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Papa Francisco recebe anel do Pescador do cardeal italiano Angelo Sodano
Papa Francisco recebe anel do Pescador do cardeal italiano Angelo Sodano
Foto: AFP

O cardeal protodiácono Jean-Louis Tauran colocou no papa Francisco o pálio, antiga insígnia episcopal, e o cardeal decano Angelo Sodano fez o mesmo com o anel do Pescador, com o que começa oficialmente o pontificado do argentino Jorge Mario Bergoglio, 76 anos.

O pálio é uma estola confeccionada com lã de cordeiro que simboliza o pastor que cuida das suas ovelhas. Ele mede 2,60 metros de comprimento e 11 centímetros de largura. Sobre o pálio foram colocadas cinco cruzes vermelhas, que lembram as cinco chagas de Cristo, com alfinetes, simbolizando os cravos da cruz. Por fim, o tecido tem detalhes negros, lembrando a pata do cordeiro.

Francisco recebe o anel do pescador, símbolo do poder papal:

O anel do Pescador, em prata dourada, leva uma imagem de Pedro com as chaves e jogando as redes para pescar. Francisco o usará até sua morte ou renúncia, quando o camerlengo irá retirá-lo antes de amassar ou anular a fim de que ninguém possa usá-lo e também para simbolizar o final do pontificado.

Depois aconteceu o rito da obediência. Seis cardeais - dois da ordem dos bispos, dois da dos presbíteros e dois da dos diáconos - em nome dos 207 que formam o Colégio Cardinalício demonstraram obediência ao novo papa.

O cardeal protodiácono Jean-Louis Tauran colocou no papa Francisco o pálio, antiga insígnia episcopal
O cardeal protodiácono Jean-Louis Tauran colocou no papa Francisco o pálio, antiga insígnia episcopal
Foto: Reuters

Trata-se dos purpurados Giovanni Battista Re e Tarcisio Bertone, pela ordem dos bispos; Joachim Meisner e Ricardo Vidal, pela dos presbíteros; e Renato Martino e Francesco Marchisano, pela dos diáconos.

A missa, no dia de São José, padroeiro da Igreja, é oficiada pelo papa Francisco e concelebrada por todos os cardeais. As leituras são feitas em inglês e espanhol, o Evangelho, em grego, e a comunhão será dividida por 500 sacerdotes. Francisco pronuncia a homilia em italiano.

No final da cerimônia se canta um Te Deum de ação de graças, e não há Ângelus.

EFE   
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