Qual é o seu sonho? Pessoas revelam desejos 50 anos após discurso de MLK
O Terra perguntou para dez pessoas presentes nas celebrações dos 50 anos do discurso "I have a dream", de Martin Luther King, em Washington
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Melbin Graham, 62 anos, aposentado: "Eu nasci e cresci em Washington D.C. e achei que era importante estar aqui nesta data. Meu sonho para o futuro é o que diz neste cartaz. Nós precisamos de mais empregos para concertar os Estados Unidos"
Foto: Carla Ruas / Especial para Terra
Dayra Kent, 31 anos, professora: "A luta continua. Ainda temos os mesmos problemas. O meu sonho é que a gente caminhe juntos - independentemente da cor da pele - por um futuro melhor"
Foto: Carla Ruas / Especial para Terra
George Halcat, 28 anos, artista: "Minha mãe marchou em 1963 e eu achei importante estar aqui hoje. Meu sonho é que os jovens que estão aqui se dêem conta da nossa história e que a gente continue marchando juntos para um futuro melhor"
Foto: Carla Ruas / Especial para Terra
Scott Lyman, 64 anos, aposentado: "Eu estava na marcha em 1963 e tinha apenas 14 anos. Cinquenta anos passa rápido e eu passei muito deste tempo lutando pelos direitos civis. O meu sonho para o futuro é manter o sonho de Martin Luther King vivo porque as mudanças tem que continuar, principalmente no que diz respeito ás legislações"
Foto: Carla Ruas / Especial para Terra
Michael Colisson, República Centro-africana: "Eu vim especialmente para esta marcha hoje. O Martin Luther King foi uma grande influência na África e meu sonho é que ele continue inspirando melhorias"
Foto: Carla Ruas / Especial para Terra
Rob Colling, 30 anos, trabalha numa ONG: "Eu trabalho numa ONG que busca direitos iguais para a moradia. O meu sonho é que um dia as pessoas não sejam negadas moradia por causa da sua cor ou gênero. Nós temos que fazer valer as legislações que protegem os direitos civis"
Foto: Carla Ruas / Especial para Terra
Raul Ceiling, 65 anos, aposentado: "Eu tinha 5 anos quando vi a marcha pela televisão e hoje estou feliz de poder estar aqui. Meu sonho é que a gente não desista da luta e continue pressionando por igualdade econômica, porque ainda não existe nos Estados Unidos"
Foto: Carla Ruas / Especial para Terra
Melbin Graham, 62 anos, aposentado: "Eu nasci e cresci em Washington D.C. e achei que era importante estar aqui nesta data. Meu sonho para o futuro é o que diz neste cartaz. Nós precisamos de mais empregos para concertar os Estados Unidos"
Foto: Carla Ruas / Especial para Terra
Isadora França, 19 anos, brasileira de Minas Gerais, trabalha numa ONG: "O meu sonho é que esta marcha de hoje inspire a luta pelos direitos humanos como a de 1963 inspirou"
Foto: Carla Ruas / Especial para Terra
Julia Chance, 51 anos, escritora: "Os meus pais marcharam em 1963 e hoje eu marcho em homenagem à eles. O meu sonho é que os direitos eleitorais dos negros não sejam prejudicados como alguns conservadores estão querendo"
Foto: Carla Ruas / Especial para Terra
Ashley Akers, 19 anos, estudante: "Meu sonho é que por mais igualdade nos Estados Unidos. Ontem mesmo ouvi de uma amiga: Por que você vai na marcha se é branca? Ela não entende que eu quero"