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Estados Unidos

Oklahoma matará prisioneiro 9 meses após execução fracassada

Charles Frederick Warner, acusado de matar a filha recém-nascida de seu companheiro de quarto, em 1997, deverá morrer nesta quinta-feira

15 jan 2015 - 12h40
(atualizado às 12h43)
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Após um atraso de nove meses motivado por uma execução fracassada, o estado americano de Oklahoma executará um prisioneiro que está no corredor da morte, com um injeção composta pelas mesmas substâncias que o Estado da Flórida pretende aplicar em outro detento, uma hora antes, de acordo com a Fox News.

Autoridades ordenaram a compra de novos equipamentos médicos, o treinamento intensivo das equipes envolvidas na aplicação das penas capitais e a renovação da câmara de execução da Penitenciária Estadual de Oklahoma, tudo para evitar que os problemas que surgiram durante a execução de Clayron Lockett, em abril passado, se repitam. 

O detento viveu minutos de terror até ser declarado morto. Na época, o Estado alegou que a falha hava sido causada pela falta de treinamento apropriado dos funcionários que estavam executando a pena, e não dos remédios utilizados na injeção. Na ocasião, as drogas teriam sido administradas localmente, e não aplicadas diretamente na corrente sanguínea.

Tanto o estado da Florida quanto de Oklahoma planejam dar início as suas execuções com a utilização do sedativo midazolam, que foi contestado na Justiça como ineficaz em deixar a pessoa inconsciente antes da administração da segunda e da terceira drogas aplicadas, o que pode proporcionar dor e sofrimento ao detento.

A execução de Charles Frederick Warner, 47 anos, acusado de matar a filha recém-nascida de seu companheiro de quarto, em 1997, está programada para esta quinta-feira. Já a Flórida planeja executar o detento Johnny Shane Kormonday, 42, acusado de matar um homem durante um assalto em 1993.

O estado de Oklahoma aumentou em cinco vezes a quantidade de midazolam a ser aplicada nos presos para que as execuções sejam tão bem sucedidas quanto às realizadas na Flórida. A substância foi usada em execuções problemáticas ocorridas no Arizona e em Ohio, em 2014, quando os presos se engasgaram durante a aplicação das injeções letais, fazendo com que a execução levasse muito mais tempo para ser concluída.

O procurador geral de Oklahoma, Scott Pruitt, reconheceu que o midazolam não é a melhor opção a ser adotada, mas relatou que os funcionários da prisão não podem usar outras substâncias mais seguras e eficientes porque seus fabricantes não autorizam a sua utilização em execuções.

"Pentobarbital é melhor", disse o procurador-geral. "Funcionou em nosso estado, mas os fabricantes não vendem mais essa substância para fins de pena de morte."

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Fonte: Terra
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