Script = https://s1.trrsf.com/update-1765905308/fe/zaz-ui-t360/_js/transition.min.js
PUBLICIDADE

Estados Unidos

Marcado por decisão de atacar a Síria, Obama vai à Suécia e ao G20

1 set 2013 - 18h10
(atualizado às 18h22)
Compartilhar
Exibir comentários
Presidente norte-americano Baack Obama discursa na Casa Branca, em Washington. Obama, afirmou neste sábado que decidiu que o país deve adotar uma ação militar contra alvos do governo sírio, mas ressaltou que irá buscar a aprovação do Congresso norte-americano antes de fazê-lo. 31/08/2013
Presidente norte-americano Baack Obama discursa na Casa Branca, em Washington. Obama, afirmou neste sábado que decidiu que o país deve adotar uma ação militar contra alvos do governo sírio, mas ressaltou que irá buscar a aprovação do Congresso norte-americano antes de fazê-lo. 31/08/2013
Foto: Mike Theiler / Reuters

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, realizará esta semana uma viagem para a Suécia e em seguida para a Rússia, onde participará da cúpula do G20, ofuscada pela sua decisão de realizar uma ação militar "limitada" na Síria e onde buscará o maior apoio internacional possível para sua estratégia.

O secretário de Estado dos EUA, John Kerry, demonstrou nesse domingo confiança que a coalizão internacional contra o regime sírio vá crescer à medida que vão se conhecendo mais evidências de que o ataque com armas químicas do último dia 21 foi feito pelo regime de Bashar al-Assad, após afirmar que tem provas do uso de gás sarin contra civis.

O presidente francês, François Hollande já anunciou o respaldo a uma ofensiva militar contra alvos militares na Síria. E hoje a Arábia Saudita considerou que é o momento de adotar "uma medida firme" frente ao regime de Assad e o ministro das Relações Exteriores, Saud al-Faisal, anunciou o apoio a uma intervenção militar estrangeira na Síria.

"Não há nenhuma sessão formal" programada no G20 sobre a Síria, mas certamente os líderes do bloco falarão desse assunto durante a cúpula, admitiram altos funcionários da Casa Branca em uma conferência telefônica com jornalistas.

Obama prevê a realização de reuniões bilaterais com vários dos líderes que participarão do G20, mas a Casa Branca ainda não revelou com quem.

Guerra civil em fotos
AFP

O Terra compilou alguns dos principais materiais fotográficos disponibilizados ao longo destes mais de dois anos de guerra na Síria. Cada imagem leva a uma galeria que conta um episódio específico ou remete a uma situação importante do conflito.

O que foi reforçado é que não haverá nenhum encontro entre Obama presidente russo, Vladimir Putin, decisão tomada desde o asilo temporário dado pela Rússia ao ex-analista da CIA Edward Snowden, responsável pelo vazamento de dados sobre os programas de espionagem em massa do governo americano.

Segundo a agenda oficial, Obama partirá de Washington na terça-feira e chegará no dia seguinte a Estocolmo, onde será recebido pelo primeiro-ministro sueco, Fredrik Reinfeldt. Eles visitarão a sinagoga de Estocolmo, em um ato que homenageia o diplomata sueco Raoul Wallenberg, que salvou do Holocausto milhares de judeus e completaria 100 anos em 2012.

Conteúdo exclusivo
AFP

Acompanhe a cobertura exclusiva do Terra através do trabalho dos jornalistas Tariq Saleh e Mauricio Morales. Sediado no Líbano, país vizinho e sensível à crise síria, Saleh conversou com sírios, visitou refugiados e ouviu analistas para acompanhar o desenrolar de um conflito complexo e com desfecho ainda incerto. Enviado especial para o conflito, Morales passou dias com rebeldes para conhecer sua visão do conflito.

Em seguida Obama visitará o Real Instituto de Tecnologia para conhecer as inovações suecas em meio ambiente e em energias renováveis, e depois participará de um jantar com líderes dos países nórdicos.

Obama será recebido na quinta-feira pelos reis Carl Gustaf e Silvia antes de partir para São Petersburgo para a cúpula do G20, que reúne os países mais desenvolvidos do mundo e s potências emergentes.

Será a sétima cúpula do G20 de Obama e "a primeira desde novembro de 2010 não dominada por medidas urgentes para resolver a crise", destacou uma alta funcionária do governo americano.

A funcionária ainda disse que a cúpula servirá para "um enfoque unido em torno da importância do crescimento e da criação de emprego como a prioridade absoluta para todos os líderes em relação à economia global".

EFE   
Compartilhar
Publicidade

Conheça nossos produtos

Seu Terra












Publicidade