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Estados Unidos

Luigi Mangione não será condenado a pena de morte por assassinato de CEO de plano de saúde

Juíza do caso aponta que a acusação federal de homicídio contra Mangione é falha, mas considerou as acusações de perseguição

30 jan 2026 - 16h23
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Resumo
Luigi Mangione não será condenado à pena de morte pelo assassinato do CEO Brian Thompson, mas seguirá enfrentando acusações de perseguição, com possibilidade de prisão perpétua.
Luigi Mangione se declara inocente de acusações por assassinato de CEO nos EUA
Luigi Mangione se declara inocente de acusações por assassinato de CEO nos EUA
Foto: Curtis Means - Pool/Getty Images

A juíza que cuida do caso de Luigi Mangione, acusado de assassinar o CEO da UnitedHealthcare, Brian Thompson, impediu que os promotores federais dos Estados Unidos peçam a pena de morte do rapaz, de 27 anos. A decisão foi dada nesta sexta-feira, 30. 

De acordo com a agência de notícias Associated Press (AP), a magistrada Margaret Garnett considerou a acusação federal de homicídio contra Mangione falha e por isso a rejeitou. No entanto, ela manteve as acusações de perseguição (stalking), que podem levá-lo à pena máxima de prisão perpétua. 

Thompson foi morto em 4 de dezembro de 2024 com tiros pelas costas diante de um hotel de luxo no coração de Nova York, onde ocorreria a conferência anual de investidores do UnitedHealth Group. 

A polícia encontrou Mangione em Altoona, Pensilvânia, no dia 9 de dezembro, com uma pistola de 9 mm com silenciador, roupas compatíveis com as usadas pelo atirador nas imagens captadas por câmeras de segurança e um caderno detalhando a intenção de "eliminar" um CEO do setor de seguros.

Alguns americanos que criticam os altos custos dos serviços de saúde e o poder das seguradoras passaram a ver Mangione como um "herói popular". Ele segue detido em uma prisão federal no Brooklyn.

Em 25 de abril de 2025, cerca de um mês após ser indiciado pela execução, o suspeito se declarou inocente das acusações federais e estaduais. A seleção do júri no caso federal deve começar em 8 de setembro.

Já o julgamento estadual ainda não tem data para acontecer, mas o gabinete do promotor distrital de Manhattan enviou uma carta ao juiz do caso, na última quarta-feira, 28, solicitando que a sessão seja marcada para 1º de julho.

Fonte: Portal Terra
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