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Estados Unidos

Conselheiro de Trump diz que não vai parar até Bolsonaro estar 'livre'

Jason Miller tem repercutido e publicado conteúdos que criticam o governo do Brasil

10 ago 2025 - 17h58
(atualizado às 21h17)
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Jason Miller, Jair Bolsonaro e Eduardo Bolsonaro em 2022
Jason Miller, Jair Bolsonaro e Eduardo Bolsonaro em 2022
Foto: Reprodução/Twitter / Estadão

O conselheiro do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, Jason Miller, afirmou neste domingo, 10, que seguirá atuando até que o ex-presidente brasileiro Jair Bolsonaro (PL) esteja em liberdade. Bolsonaro cumpre prisão domiciliar desde a última segunda-feira, 4, por decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes.

A declaração foi publicada na rede social X (antigo Twitter), em resposta a um internauta que comentou ser "mais importante o impeachment de Moraes do que libertar Bolsonaro". Miller respondeu:

"Para deixar claro: não vou parar, não vou desistir, não vou ceder, até que o presidente Jair Bolsonaro esteja livre",

Em uma postagem anterior, o conselheiro fez uma declaração em tom de ameaça, sem mencionar Moraes diretamente. "Libertem Bolsonaro... ou então". O Terra buscou posicionamento do Itamaraty, mas não obteve retorno até a publicação. 

O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) comentou em comemoração. O filho do ex-presidente está nos Estados Unidos em busca de apoio do governo para inocentar o pai e destituir Moraes. Em live neste sábado, o deputado afirmou que planeja viajar para outros países para que eles também punem o magistrado.

"Os Estados Unidos foram só o primeiro. Eu não vou parar. Vou para outros países. Sei que você planeja me prender através da Interpol. Vou tomar minhas precauções e vou seguir no meu sacrifício", disse o parlamentar.

No dia 30 de julho, Moraes foi incluído na lista de sanções do governo norte-americano. A medida prevê o bloqueio de bens e contas nos EUA e proíbe a entrada do ministro no país. A legislação, criada em 2021, tem como objetivo punir autoridades estrangeiras acusadas de violar direitos humanos de forma grave.

Fonte: Redação Terra
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