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Braço direito de Kim Jong-un se reunirá com Trump nos EUA

Fontes afirmam que o líder norte-coreano disse em uma carta a ser entregue ao americano que pretende se reunir com ele, mas sem fazer concessões ou ameaças significativas

1 jun 2018
14h23
atualizado às 15h19
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O ditador da Coreia do Norte, Kim Jong-un, disse em carta enviada ao presidente dos EUA, Donald Trump, que pretende se reunir com ele, mas sem fazer concessões ou ameaças significativas. O diplomata norte-coreano e braço direito do líder norte-coreano, Kim Yong-chol, chegou nesta tarde à Casa Branca para entregar o texto ao líder americano e se reunir com ele. Fontes disseram que o conteúdo é "bastante básico".

Enviado da Coreia do Norte Kim Yong Chol chega à Casa Branca, em Washington 01/06/2018 REUTERS/Leah Millis
Enviado da Coreia do Norte Kim Yong Chol chega à Casa Branca, em Washington 01/06/2018 REUTERS/Leah Millis
Foto: Reuters

O general viajou para Washington depois de dois dias de reuniões em Nova York com o secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo.

O encontro de Kim Yong-chol com Trump é mais um sinal de reaproximação entre os dois países. A cúpula que estava agendada para o dia 12 de junho em Cingapura foi suspensa pelo presidente americano, que depois recuou e disse que quer se reunir com o ditador norte-coreano.

A Coreia do Norte e a Coreia do Sul realizam nesta sexta-feira uma jornada de conversações de alto nível para discutir os esforços em curso para melhorar os vínculos antes da histórica reunião de cúpula entre o presidente americano, Donald Trump, e o líder norte-coreano Kim Jong-un.

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Estadão
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