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Documentos revelam alerta a Starmer sobre relações entre ex-embaixador e Epstein

Governo foi obrigado a divulgar arquivos sobre nomeação de Mandelson

11 mar 2026 - 14h58
(atualizado às 15h14)
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Documentos governamentais revelaram nesta quarta-feira (11) que o primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer, foi alertado sobre os "riscos" de nomear Peter Mandelson como embaixador nos Estados Unidos devido aos seus estreitos laços com o financista pedófilo Jeffrey Epstein, morto em 2019.

Governo foi obrigado a divulgar arquivos sobre nomeação de Mandelson
Governo foi obrigado a divulgar arquivos sobre nomeação de Mandelson
Foto: ANSA / Ansa - Brasil

O relatório, elaborado dias antes de o chefe de governo nomear o diplomata como embaixador britânico em Washington, no final de 2024, foi incluído no primeiro lote de documentos divulgados sobre a controversa nomeação.

Os textos citam as conclusões de uma investigação do JP Morgan realizada em 2009, que destacou a "relação particularmente próxima" que Mandelson manteve com Epstein, mesmo após a primeira condenação do empresário americano por crimes sexuais na Flórida.

O documento afirma que o relacionamento entre os dois "continuou entre 2009 e 2011", começando quando Mandelson ainda era ministro e prosseguindo após o fim do último governo trabalhista do Reino Unido, em 2010. Os relatórios também observam que o ex-embaixador "supostamente se hospedou na casa" do financista em 2009.

O conselheiro de Segurança Nacional de Londres, Jonathan Powell, descreveu a nomeação de Mandelson como "estranhamente precipitada". A declaração do diplomata baseia-se na transcrição de uma conversa telefônica que ele teve com o consultor jurídico do premiê, Mike Ostheimer.

Starmer insistiu que Mandelson "mentiu repetidamente" às autoridades sobre a extensão de sua amizade com Epstein, antes e durante seu mandato como embaixador. Em contrapartida, o primeiro-ministro também admitiu que sabia que o diplomata manteve contato com o bilionário após sua condenação.

O chefe de governo demitiu Mandelson do cargo em setembro passado, depois que documentos divulgados por uma comissão do Congresso dos EUA revelaram novos detalhes sobre os laços do diplomata com Epstein. .

Ansa - Brasil
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