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Coreia do Norte volta a disparar míssil intercontinental

País interrompeu moratória de mais de quatro anos

24 mar 2022 - 09h16
(atualizado às 09h43)
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A Coreia do Norte testou nesta quinta-feira (24) um míssil balístico intercontinental, interrompendo uma moratória que durava desde o fim de 2017.

Teste de míssil balístico intercontinental feito pela Coreia do Norte em novembro de 2017
Teste de míssil balístico intercontinental feito pela Coreia do Norte em novembro de 2017
Foto: EPA / Ansa - Brasil

A informação foi confirmada pelo presidente da Coreia do Sul, Moon Jae-in, após uma reunião do Conselho de Segurança Nacional para discutir o novo exercício militar conduzido pelo regime de Kim Jong-un.

O projétil caiu a cerca de 170 quilômetros da costa de Aomori, dentro da zona econômica exclusiva do Japão. Em Bruxelas para uma cúpula de líderes do G7, o premiê japonês, Fumio Kishida, condenou o lançamento do míssil intercontinental e definiu a provocação como "inaceitável".

Já o governo dos Estados Unidos divulgou um comunicado em que promete tomar "todas as medidas necessárias para garantir a segurança do território americano, da Coreia do Sul e do Japão".

"Esse lançamento é uma flagrante violação de várias resoluções do Conselho de Segurança das Nações Unidas e aumenta desnecessariamente as tensões e os riscos de desestabilizar a segurança na região", afirmou a porta-voz da Casa Branca, Jen Psaki.

Por sua vez, a Coreia do Sul efetuou um ciclo de disparos de mísseis "estratégicos" de terra, mar e ar para responder ao projétil intercontinental lançado por Pyongyang.

A Coreia do Norte não disparava um míssil desse tipo desde o fim de 2017, quando a tensão com os Estados Unidos atingiu o ápice.

No entanto, com as negociações de desnuclearização travadas desde fevereiro de 2019, Kim Jong-un já havia ameaçado interromper a moratória em diversas ocasiões.

Os recorrentes testes armamentistas do regime em 2022 já apontavam para esse caminho, e a comunidade internacional também teme que Pyongyang retome os experimentos com armas nucleares.

Ansa - Brasil
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