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China se opõe a qualquer país que use liberdade de navegação para minar sua soberania

29 mai 2026 - 08h45
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A China ‌disse na sexta-feira que se opõe firmemente a qualquer tentativa de qualquer país de minar sua soberania e segurança "sob o pretexto de liberdade de ⁠navegação", em resposta à passagem ‌de um navio de guerra canadense pelo Estreito de Taiwan.

A mídia ‌canadense informou que a ‌fragata HMCS Charlottetown fez a ⁠passagem na semana passada sem ser acompanhada por nenhum navio de países aliados.

A China reivindica a soberania sobre Taiwan, que é governada democraticamente, ‌e sobre o estratégico Estreito de Taiwan, ‌apesar da ⁠rejeição ⁠de Taipé a essas reivindicações.

A porta-voz do Ministério ⁠das ‌Relações Exteriores da ‌China Mao Ning acrescentou que a China respeita os direitos de navegação de todos os países de ⁠acordo com a lei internacional.

"O Estreito de Taiwan é uma hidrovia internacional e todos os países têm o direito ‌de liberdade de navegação", disse o Ministério da Defesa de Taiwan à ⁠Reuters.

O ministério afirmou que "monitora de perto os acontecimentos relevantes por meio de mecanismos conjuntos de inteligência, vigilância e reconhecimento, mas não divulga proativamente os movimentos de embarcações militares de nações aliadas".

O Departamento de Defesa Nacional do Canadá não respondeu imediatamente a um pedido de comentário.

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