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Caixão de 2.500 anos pode dar pistas sobre o Antigo Egito

27 mar 2018 - 11h00
(atualizado às 11h12)
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Acadêmicos australianos podem ajudar a desvendar mistérios a respeito do Antigo Egito depois de descobrirem que um caixão de 2.500 anos antes considerado vazio pode conter os restos de uma múmia.

Caixão de 2.500 anos antes considerado vazio pode conter os restos de uma múmia 27/03/2018 REUTERS/Colin Packham
Caixão de 2.500 anos antes considerado vazio pode conter os restos de uma múmia 27/03/2018 REUTERS/Colin Packham
Foto: Reuters

A Universidade de Sydney adquiriu o caixão 150 anos atrás, e uma série de acadêmicos o classificou incorretamente como vazio.

O erro só foi descoberto por acaso no final do ano passado, quando acadêmicos mais jovens retiraram a tampa do caixão e encontraram os restos esfarrapados de uma múmia.

A descoberta oferece aos cientistas uma oportunidade quase única de testar o cadáver.

"Podemos começar a fazer algumas perguntas íntimas que estes ossos despertarão sobre patologia, dieta, doenças, sobre o estilo de vida desta pessoa - como viveu e morreu", disse Jamie Fraser, curador sênior do Museu Nicholson da Universidade de Sydney.

Múmias inteiras geralmente são mantidas intactas, o que limita seus benefícios científicos. Uma recompensa adicional é a possibilidade de os restos serem de uma mulher distinta de uma época pouco conhecida, afirmou Fraser.

Hieróglifos mostram que a ocupante original do caixão era uma mulher chamada Mer-Neith-it-es, que acadêmicos acreditam ter sido uma alta sacerdotisa no ano 600 a.C., a última época em que o Egito foi governado por egípcios nativos.

"Sabemos pelos hieróglifos que Mer-Neith-it-es trabalhou no templo de Sekhmet, a deusa com cabeça de leoa", contou Fraser.

"Existem algumas pistas em hieróglifos, na maneira como a mumificação foi feita e no estilo do caixão que nos dizem como este templo de Sekhmet pode ter funcionado".

Veja também:

Machine learning para decifrar hieróglifos do Antigo Egito:
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