Uma mulher passa por militares ucranianos que guardam uma estrada que leva a um bloco do governo, depois que o presidente russo, Vladimir Putin, autorizou uma operação militar no leste da Ucrânia, em Kiev, Ucrânia, em 24 de fevereiro de 2022
Foto: REUTERS/Umit Bektas
O Ministério das Relações Exteriores divulgou nota pedindo a "suspensão imediata" das hostilidades após a Rússia invadir o território ucraniano. O texto diz que o governo brasileiro acompanha com "grave preocupação" a deflagração de operações militares pela Rússia contra alvos na Ucrânia e pede uma solução pacífica para o conflito.
"O Brasil apela à suspensão imediata das hostilidades e ao início de negociações conducentes a uma solução diplomática para a questão, com base nos Acordos de Minsk e que leve em conta os legítimos interesses de segurança de todas as partes envolvidas e a proteção da população civil", afirma.
O texto ressalta ainda que, como membro do Conselho de Segurança da ONU, o Brasil "permanece engajado nas discussões multilaterais com vistas a uma solução pacífica, em linha com a tradição diplomática brasileira" e na defesa de soluções que considerem "os princípios da não intervenção, da soberania e integridade territorial dos Estados e da solução pacífica das controvérsias".
Mapa do ataque da Rússia contra a Ucrânia
Foto: Mapcreator/OSM / Reuters
Orientação para brasileiros
Uma segunda nota foi divulgada com orientações para brasileiros na Ucrânia. De acordo com o texto, a Embaixada do Brasil em Kiev permanece aberta e dedicada à proteção dos cerca de 500 cidadãos brasileiros no País. Nenhum plano de retirada dos cidadãos brasileiros da zona de guerra foi mencionado.
"Solicita-se aos cidadãos brasileiros em território ucraniano, em particular aos que se encontrem no leste do país e outras regiões em condições de conflito, que mantenham contato diário com a Embaixada. Caso necessitem de auxílio para deixar a Ucrânia, devem seguir as orientações da Embaixada e, no caso dos residentes no leste, deslocar-se para Kiev assim que as condições de segurança o permitam", completa.
O Itamaraty disponibilizou para casos de emergência relacionadas ao conflito o número de telefone de plantão consular +55 61 98260-0610.
Tanques são vistos em território ucraniano
Foto: Reuters
Tanques são vistos em território ucraniano
Foto: Reuters
Tanques são vistos em território ucraniano
Foto: Reuters
Tanques são vistos em território ucraniano
Foto: Reuters
Protesto na Alemanha contra a guerra de Rússia e Ucrânia
Foto: Reuters
Fumaça é vista em território ucraniano após bombardeio
Foto: Reuters
Soldados da Otan de prontidão na Ucrânia
Foto: Reuters
Soldado da Otan caminha em uma das trincheiras abertas para o conflito
Foto: Reuters
Fila dos carros que tentam deixar Kiev
Foto: Reuters
Tanquistas ucraniano se preparam para o conflito
Foto: Reuters
Destroços após bombardeio em Kiev
Foto: Reuters
Militares e civis demonstram apreensão diante do conflito na região
Foto: Reuters
Equipes de resgate trabalham no local da quieda de uma aeronave das Forças Armadas da Ucrânia, que, de acordo com o Serviço de Emergência do Estado, foi abatido na região de Kiev, na Ucrânia
Foto: Equipes de resgate trabalham no local da quieda de uma aeronave das Forças Armadas da Ucrânia, que, de acordo com o Serviço de Emergência do Estado, foi abatido na região de Kiev, na Ucrânia
Uma mulher abraça seu filho após cruzar a fronteira húngara-ucraniana, após o presidente russo Vladimir Putin autorizar operação militar
Foto: Bernadett Szabo / Reuters
Mulher chora ao participar de uma manifestação pró-ucraniana realizada perto de Downing Street, em Londres
Foto: Peter Cziborra / Reuters
Pessoas se reúnem em uma rodoviária enquanto tentam deixar a cidade de Kiev, na Ucrânia
Foto: Volodymyr Petrov / Reuters
Pessoas acenam enquanto um caminhão militar do Exército russo com a letra 'Z' circula por uma rua, depois que o presidente russo, Vladimir Putin, autorizou uma operação militar no leste da Ucrânia, na cidade de Armyansk, na Crimeia
Foto: Reuters
Mulher chora durante um protesto em Moscou, Rússia, que repudia a ação militar russa contra a Ucrânia
Foto: Evgenia Novozhenina
Uma mulher é vista pela janela quebrada de sua casa, que, segundo os moradores, foi danificado por bombardeios recentes na cidade controlada pelos separatistas de Yasynuvata (Yasinovataya) na região de Donetsk, Ucrânia
Foto: Umit Bektas
O bebê, cuja família acabou de fugir da violência na Ucrânia, é colocado em um ônibus para ser transportado para longe da fronteira, em Medyka, Polônia
Foto: Bryan Woolston / Reuters
Criança passa por um prédio, que, segundo os moradores, foi danificado por bombardeios recentes na cidade controlada pelos separatistas de Yasynuvata (Yasinovataya) na região de Donetsk, Ucrânia
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