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Italianos no exterior têm até 24/1 para decidir onde votar em referendo

Reforma judicial será submetida a consulta popular em 22 e 23 de março

16 jan 2026 - 13h40
(atualizado às 14h48)
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Os cidadãos italianos residentes no exterior têm até o próximo dia 24 de janeiro para decidir se pretendem voltar ao país para participar do referendo constitucional de 22 e 23 de março, quando os eleitores irão às urnas para votar sobre uma reforma judicial aprovada pelo governo da premiê Giorgia Meloni.

Referendo decidirá sobre separação de carreiras na magistratura
Referendo decidirá sobre separação de carreiras na magistratura
Foto: ANSA / Ansa - Brasil

Italianos expatriados de forma permanente ou temporária podem participar de referendos por meio do voto por correspondência, recebendo o envelope com a cédula diretamente em sua residência, desde que estejam devidamente inscritos e regularizados no Aire (Cadastro dos Italianos Residentes no Exterior).

Como alternativa, no entanto, é possível optar por votar na Itália, no município de inscrição eleitoral do cidadão, desde que essa opção seja comunicada ao consulado de referência até 24 de janeiro.

A comunicação pode ser feita por meio de um formulário disponível nos sites do Ministério das Relações Exteriores e da Cooperação Internacional e dos escritórios consulares de referência.

O formulário, devidamente preenchido, assinado e acompanhado de uma cópia de um documento de identidade, pode ser entregue ou enviado ao escritório consular de referência pessoalmente, por correio, por e-mail comum ou por correio eletrônico certificado (PEC). Os endereços estão disponíveis nas páginas de cada sede.

Também é possível comunicar essa escolha por meio de declaração redigida em papel simples, desde que contenha nome completo, data e local de nascimento, endereço e assinatura, acompanhada de uma cópia de um documento de identidade. As solicitações recebidas depois de 24 de janeiro serão invalidadas.

A reforma submetida a referendo introduz uma mudança no poder Judiciário discutida há décadas na Itália: a separação de carreiras para juízes e representantes do Ministério Público, estabelecendo percursos diferentes para cada um dentro da magistratura.

Atualmente, o concurso público para juízes e procuradores é unificado, e é possível migrar de uma carreira para a outra. 

Ansa - Brasil
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