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Ataques a tiros deixam um morto e cinco feridos no centro de Israel

Homem de 35 anos morreu, duas pessoas estão em estado grave e três em estado moderado

7 jun 2026 - 09h15
(atualizado às 09h37)
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Equipes de emergência israelenses no local de uma série de ataques a tiros no centro de Israel, em 7 de junho de 2026. REUTERS/Ronen Zvulun
Equipes de emergência israelenses no local de uma série de ataques a tiros no centro de Israel, em 7 de junho de 2026. REUTERS/Ronen Zvulun
Foto: REUTERS - Ronen Zvulun / RFI

Uma pessoa morreu e cinco ficaram feridas em vários tiroteios, neste domingo (7), no centro de Israel, informaram os serviços de emergência e a polícia, que matou o agressor, identificado como árabe-israelense.

O Magen David Adom (MDA), o equivalente israelense da Cruz Vermelha, disse ter respondido a tiroteios em Kokhav Yair, Tzur Yitzhak e Tzur Natan, três cidades israelenses próximas à Cisjordânia ocupada.

O MDA relatou uma morte por arma de fogo, um homem de 35 anos. Duas pessoas em estado grave e três em estado moderado foram hospitalizadas, segundo a mesma fonte.

O exército israelense inicialmente disse à AFP que estava procurando um segundo agressor, antes de afirmar que havia apenas um. A polícia confirmou que o havia matado e havia "localizado o veículo suspeito de envolvimento no ataque" após enviar vários policiais a um posto de gasolina em Kokhav Yair.

"Eu estava na entrada (do posto de gasolina) quando, de repente, ouvi um tiro, apenas um, muito alto", disse à AFP Shahar Hazon, de 27 anos, moradora de Kfar Saba, uma cidade a poucos quilômetros mais ao sul.

"Olhei para a direita e para a esquerda para entender o que estava acontecendo e vi um homem que tinha acabado de parar para abastecer o carro, segurando o ombro, porque aparentemente foi ali que ele foi atingido", acrescentou. "Depois de alguns segundos, ele caiu no chão."

Em declarações à imprensa em Tzur Yitzhak, o chefe de polícia Danny Levy afirmou que o agressor era um árabe-israelense, conhecido da polícia e da cidade de Tayibe, a poucos quilômetros de distância.

"Se ele tivesse sido capturado, eu teria ordenado sua execução", disse o ministro da Segurança Nacional, Itamar Ben-Gvir, ao lado do chefe de polícia.

Ele afirmou que a lei da pena de morte aprovada em março, especificamente concebida para se aplicar apenas a palestinos condenados por ataques mortais contra Israel, "também se aplica a árabes-israelenses". Os árabes-israelenses são palestinos que permaneceram em suas terras ancestrais após a criação de Israel em 1948 e representam aproximadamente 21% da população.

Com AFP

 

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