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Ásia

Uigur pede investigação da ONU sobre conflitos na China

7 ago 2009 - 03h51
(atualizado às 07h22)
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A líder uigur Rebiya Kadeer solicitou nesta sexta-feira na Austrália que as Nações Unidas investiguem de forma independente os distúrbios que há um mês deixaram quase 200 mortos em Urumqi, capital da província chinesa de Xinjiang.

Austrália - 0h45 - A líder uigur Rebiya Kadeer participa de protesto contra a repressão chinesa à sua etnia muçulmana, na cidade de Melbourne. Ativistas bloquearam a entrada da embaixada chinesa gritando palavras de ordem nesta sexta-feira. Kadeer acredita que seus filhos estão sendo coagidos pelo governo chinês a escrever cartas dizendo que ela orquestrou os distúrbios do mês passado
Austrália - 0h45 - A líder uigur Rebiya Kadeer participa de protesto contra a repressão chinesa à sua etnia muçulmana, na cidade de Melbourne. Ativistas bloquearam a entrada da embaixada chinesa gritando palavras de ordem nesta sexta-feira. Kadeer acredita que seus filhos estão sendo coagidos pelo governo chinês a escrever cartas dizendo que ela orquestrou os distúrbios do mês passado
Foto: Reuters

Kadeer chegou esta manhã a Melbourne, onde centenas de pessoas protestaram diante do consulado da China na cidade exibindo a bandeira azul com uma meia lua, do Turquestão Oriental, Estado independente reivindicado pelo movimento separatista muçulmano.

Dirigindo-se aos manifestantes na língua uigur, a ativista acusou Pequim de tentar culpá-la pelos distúrbios como forma de ocultar seus próprios crimes em Urumqi, onde insiste que morreram muito mais pessoas do que dizem os números oficiais.

A candidata ao Nobel da Paz chegou na terça-feira à Austrália para participar no sábado, em Melbourne, da projeção do documentário sobre sua vida, "Ten Conditions of Love" ("Dez condições do amor"), do diretor australiano Jeff Daniels.

Kadeer obteve visto apesar dos firmes protestos da China, que também tentou sem sucesso a proibição da exibição do documentário.

EFE   
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